Luís Neves no Ministério da Administração Interna: um polícia ao serviço da República
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Após declarações de José Sócrates à CNN, bastonário sublinha dever legal de nomeação de defensores, critica fatores de morosidade e admite que a dimensão do processo exige soluções estruturais próprias.
Luís Neves foi escolhido pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, para substituir Maria Lúcia Amaral.
Os elogios ao trabalho enquanto diretor da PJ são quase unânimes, mas há críticas e advertências e até silêncios, incluindo dos partidos do Governo.
O partido destacou a valorização dos profissionais das forças de segurança, a garantia de condições de trabalho e o reforço dos meios da Proteção Civil, em particular com a valorização dos bombeiros e carreiras.
Diretor da PJ vai substituir Maria Lúcia Amaral que se demitiu depois da onda de críticas à forma como atuou e geriu a resposta à depressão Kristin.
Aos 13 anos Alysa tornou-se a mais jovem campeã feminina dos Estados Unidos em patinagem artística e uma das mais jovens a conseguir aterrar um quádruplo lutz. Reformou-se pouco tempo depois e agora, aos 20 anos, voltou para competir nos Jogos Olímpicos.
Foram registados um total de 1.348 ataques a instalações médicas, que resultaram na morte de 1.981 pessoas, em 2025. O Sudão do Sul foi o país mais afetado.
Este novo espaço pretende valorizar o papel da Advocacia e da Ordem dos Advogados, promover uma visão objetiva do sistema de justiça, contribuir para uma perceção mais objectiva e esclarecida do sistema de justiça e promover a confiança dos cidadãos nas instituições do Estado de Direito.
O mais recente livro de John Grisham conta a história de um advogado peculiar, um testamento milionário e uma cliente que morre misteriosamente.
António José Seguro recebeu um presente de Jorge Pinto, que na prática deixou de ser candidato. Cotrim foi funambulista na direita. Gouveia e Melo agarrou na ameaça Trump para fazer valer as suas credenciais - e não largou Marques Mendes, que teve mais uma noite difícil. Os mais pequenos propuseram nacionalizar os lucros da banca e construir 100 mil casas por ano. E houve Manuel João Vieira.
As eleições presidenciais têm sido dominadas pelo fim das “averiguações” do caso Spinumviva e pelas acusações e respostas de Marques Mendes sobre o seu papel como “facilitador”. Este é o problema que poderia ter tido também, nos mesmos exactos termos, se António Vitorino concorresse.
Num debate quezilento e centrado quase só na vida profissional de Marques Mendes, o inexperiente Gouveia e Melo apertou o experiente Marques Mendes como até aqui ninguém fez. É de duvidar, contudo, que este fosse o debate que o eleitorado ali em disputa queria ver.
O escritor catalão, autor de A Catedral do Mar – que fez dele um dos escritores espanhóis mais vendidos no mundo – fecha esta trilogia com o seu último livro, No Amor e na Guerra.
Advogado e cronista, Eduardo Canavez conquistou o júri do concurso de comédia da SÁBADO com uma atuação que tocou em temas como os regionalismos e as relações amorosas.