O ponto de não-retorno da imigração
A imigração é, agora, uma característica essencial da sociedade portuguesa.
A imigração é, agora, uma característica essencial da sociedade portuguesa.
Uma aliança formal ou mesmo um entendimento sobre interesses conjunturais é, também, a forma que um estado adopta para controlar o comportamento dos seus aliados.
Vivemos num aqui-e-agora permanente, num ambiente digital que se infiltrou em todas as dimensões da vida e do trabalho. E, fascinados, desenvolvemos uma espécie de dissonância coletiva que atribui ao digital a solução para quase tudo.
Ora acontece que, infelizmente, as instituições do Estado, ao seu mais alto nível, são as primeiras a prevaricar.
Os objectivos de Bruxelas de reduzir em 60% até 2050 as emissões de gases com efeito de estufa da indústria aérea surgem como cada vez menos realistas.
A verdadeira insustentabilidade está neste capitalismo de dados que transforma formas de vida sem que ninguém disso se aperceba e faz de nós uma espécie de amiba que vai na onda sem reparar que está no mar.
Pela saúde mental dos alunos, é urgente proibir a utilização de smartphones dentro das escolas portuguesas.
Coincidência, ou não, porque as estratégias definem-se com a devida antecedência, duas das grandes marcas e distribuição de vinho em Portugal estão apostadas em fazer crescer o consumo de vinho português no Brasil, abraçando igualmente as tendências no consumo de bebidas, lançando novos produtos.
A sustentabilidade é um conceito mais abrangente, incluindo ambiente, economia e sociedade, para o desenvolvimento social com viabilidade financeira, sem esgotar os recursos naturais, ao passo que a agricultura regenerativa foca-se especificamente nas técnicas que contribuem para a obtenção de um solo equilibrado e fértil.
A solução, global, passa por uma enorme mudança de mentalidades e a percepção de que acabamos todos no mesmo sítio, independentemente do dinheiro que consigamos ter, no final da vida.
Exemplos da urgência em mudar o paradigma de exploração dos recursos naturais do Planeta não faltam, com inundações mortais ou incêndios florestais, tempestades de neve e congelamento sem precedentes, tempestades de areia ou ondas de calor inesperadas.
Se para uns, o digital é vida, para outros, há vida fora do digital. Regressam as revistas em papel, bem feitas e que dão vontade de ler, abrem livrarias cheias de livros que queremos tocar, cheirar e folhear, onde o culto do livro é uma experiência.
É fundamental promovermos uma postura individual e colectiva de não aceitação e de não complacência para com qualquer fenómeno de violência e, logo, para com as práticas agressivas e a violência em contexto escolar.
Cinquenta anos depois constato, sem surpresa, que Portugal pouco mudou na forma do relacionamento político, que continua carregado de preconceitos e rótulos ideológicos que acentuam a polarização e que reforçam os extremismos.
Não devemos ter medo ou sentir vergonha ao enfrentar o passado histórico de Portugal. Eu não tenho.
"Uma (só) saúde" como "nosso direito" depende, portanto e também, da priorização e do cumprimento rápido de um dos compromissos do actual Governo em campanha – o reforço significativo do número de psicólogas e psicólogos no SNS e a sua valorização.