De Marques Mendes a Assunção Cristas: As figuras de direita que vão votar pelo "seguro"
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
Sublinham que André Ventura não os representa.
Pontual e arrumado (mas sem paciência para beijinhos e abraços), o líder da AD faz uma campanha para segurar o voto útil moderado. Sem largar a mulher, cumpre os mínimos em arruadas, onde é rejeitado às vezes, e brilha entre militantes nos megacomícios a contar histórias sobre “mães”.
Relatos de "mães", (in)diretas ao primeiro-ministro e promessas a trabalhadores da Cultura e pensionistas dominaram o último dia da primeira semana de campanha de Luís Montenegro.
Em entrevista, Nuno Melo teve de se emendar sobre deixar o PS governar se ganhar, mas diz que só “aditou” informação. Tem agora uma cábula para responder qual é o salário mínimo. Não vai ser “polícia mau” na campanha, mas lembra que fez “muita barra” e trouxe isso para a política.
Duas reuniões, meia centena de personalidades, entre ex-líderes, como Portas, Cristas e Monteiro, nomes como Adolfo Mesquita Nunes e Cecília Meireles e vários empresários. O CDS tenta aquecer as máquinas para as legislativas, numa estratégia que deve passar pela coligação com o PSD.
...e o do gás também. É provável que a inflação aumente e pode haver menos turismo na região. Tudo depende de quanto tempo durar o conflito e dos países a que alastrar. Para já, Portugal ainda vende molhos para os McDonald’s de Israel.
A política que o partido serve por estes dias no Minho está a causar azia entre os militantes. Clivagens, abandonos, ataques pessoais, acusações e muitos, muitos insultos.
Marta Temido esteve várias vezes na berlinda pelo que disse. Na segunda-feira à noite decidiu bater com a porta, acusando o cansaço das polémicas e dos problemas no SNS.
Os bloquistas são os obsessivos-compulsivos do tratado atlântico, do anti-imperialismo das falsas equivalências, para quem a virtude está no meio, no buraco negro da abstração pacifista, aquele que tudo consome exceto a luz inofensiva e eco-friendly das boas intenções.
Candidato à liderança dos centristas afirma que quer ao seu lado "alguns dos melhores que o CDS hoje tem e renovar profundamente o CDS".
Amigos de há décadas, e até o seu motorista, explicam como é o líder da Iniciativa Liberal. E como era antes do partido.
A Iniciativa Liberal passou a ter um grupo parlamentar. João Cotrim Figueiredo vê o seu antecessor, Carlos Guimarães Pinto, juntar-se a si no Parlamento, mas há mais seis caras novas.
O advogado afirma que apesar das divergências que tem com o partido liberal, este é o único que "traz os instrumentos para a criação de riqueza" no país.
Nunca se viu como ministro, assegura. Mas não rejeitará responsabilidades, embora aponte para as sondagens que dão tal cenário como longínquo. E garante que o partido é mais do que a sua cara.
Em entrevista, o antigo vice-presidente de Rodrigues dos Santos lamenta que não ter encontrado "massa crítica" na atual direção mas ainda tem esperança na realização do congresso.