Os escolhidos de Trump para o Conselho da Paz em Gaza
Os convidados que aceitarem fazer parte do Conselho da Paz e fizerem uma contribuição de um mil milhões de dólares podem garantir a sua adesão permanente.
Os convidados que aceitarem fazer parte do Conselho da Paz e fizerem uma contribuição de um mil milhões de dólares podem garantir a sua adesão permanente.
O aspeto físico e determinadas características corporais continuam a desempenhar um papel relevante numa decisão eleitoral.
A autoridade, conhecida como Conselho de Paz, que terá um conselho de supervisão liderado pelo próprio Presidente norte-americano Donald Trump, vai supervisionar a reconstrução de Gaza sob um mandato da ONU de dois anos, renovável.
Décadas à procura de uma solução para os dois Estados tornaram-no central nos esforços pela paz no Médio Oriente. Peça no plano de Trump, próximo do genro deste, volta à ribalta depois de acusações de misturar interesses económicos com influências políticas através da sua fundação.
Falar de "Paz no Médio Oriente" é arriscado. Mas o acordo de cessar-fogo celebrado no Egito foi a melhor notícia desde 7 de outubro de 2023. Desarmar o Hamas e concretizar a saída das IDF de Gaza serão os maiores desafios. Da Ucrânia vêm exemplos de heroísmo e resistência. Em França cresce o fantasma da ingovernabilidade.
A primeira fase do plano de Trump está (quase) concluída, mas subsistem questões quanto aos próximos passos para a pacificação duradoura da região.
Na segunda-feira morreram 12 pessoas em ataques da Forças da Defesa de Israel.
O Hamas exigiu "a paragem de todas as operações militares israelitas na Faixa de Gaza" e garantiu que "porá fim às suas operações militares" ao mesmo tempo.
Presidente dos EUA agradeceu ainda a Israel o anúncio da cessação dos ataques aéreos no território.
A "Comissão para a Paz" é o comité internacional que será responsável pela liderança da Faixa de Gaza, segundo o plano apresentado pelo presidente dos EUA.
Trump avançou que vai liderar a "Comissão para a Paz", da qual o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair está a desenvolver um plano para a administração internacional de Gaza durante a transição.
"Será um acordo que trará de volta os reféns. Será um acordo que acabará com a guerra", prometeu o Presidente americano.
À mesa dos media é, então, servido um menu em que consta, em primeiro lugar, a obtenção de um mandato das Nações Unidas reconhecendo a «autoridade suprema política e legal» desta entidade que Blair se propõe dirigir.
A queda do socialismo enquanto força dominante em muitos países europeus não se deu de forma abrupta, mas através de um processo gradual de desgaste.
Não faltam casos com casas na política nacional e lá fora, sinal de relação complexa entre a política e o imobiliário – e da necessidade de fazer perguntas.
O novo Governo da Síria anunciou o desmantelamento do Exército de Al-Assad e de todos os grupos rebeldes armados, incluindo a organização radical islâmica Hayat Tahrir al-Sham (HTS), liderado por Al-Chareh.