Como funcionam as lojas secretas da Maçonaria
Na loja Mozart, o venerável Nuno Vasconcellos fazia as iniciações de maçons com uma “espada flamejante”. O ritual servia para os avisar de que não podiam trair os segredos da maçonaria.
Na loja Mozart, o venerável Nuno Vasconcellos fazia as iniciações de maçons com uma “espada flamejante”. O ritual servia para os avisar de que não podiam trair os segredos da maçonaria.
Mas há pessoas que deixam saudades para a eternidade. O António é um deles. E não há maneira de tapar este buraco que agora se abriu. O António vai ficar por aqui, pela minha memória, “até que as pedras se tornem mais leves do que água”.
“Não será ativista permanente”, nem pensa em táticas para regressar, mas não vai ficar calado face a um “governo à deriva”. Mesmo que o PSD não goste
Crítico do atual estado da comunicação social, quando foi jornalista o eurodeputado revelou relações muito próximas com dois ex-deputados do PSD. Numa escuta ouvida pela Judiciária, um deles até lhe vislumbrou um cargo: ministro da Propaganda.
Gabinetes trabalham como se nunca tivesse existido uma eleição. A indicação é para continuar com pequenas alterações. Montenegro quer governar a sós e negociar caso a caso. Mais um ano é garantido. Mas o cenário mudou e Ventura também terá uma palavra a dizer no “não é não” do primeiro-ministro.
Antigo ministro do PSD foi ouvido no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) sobre a campanha da coligação "Portugal à Frente". Procuradores ainda estão no rasto de um "Príncipe" que recebeu mais de quatro milhões de euros da construtora brasileira Odebrecht.
Uma questão pessoal fez cair o Executivo e o PSD ficou em silêncio. Não, o partido não pensa em uníssono, mas está incapaz de gerar uma alternativa. Há cargos públicos para proteger e Montenegro tem os sociais-democratas no bolso. Vive-se um clima de paz podre, mas muitos criticam-no em voz baixa: “Às tantas estamos todos a defender o indefensável".
De “argumentista do Governo” a adido cultural e diretor do Instituto Camões no Brasil, sem ter experiência na Cultura.
"Lei Relvas tem os dias contados. Projeto para aumentar o número de freguesias está pronto. Até o Chega participou e o PCP queria mais. Em 2025 já haverá mais autarcas para eleger. Problema: “Não há uma estimativa de quanto isto pode custar”, admite deputado.
Esteve debaixo de fogo em Bissau, foi enviado de urgência para ajudar portugueses explorados na Holanda e criou equipas de futebol em Macau e Dacar. É próximo de Passos e Montenegro, mas serviu governos do PS e do PSD – e foi elogiado por ambos.
A autarquia recusou mostrar à SÁBADO as faturas dos almoços dos membros do executivo, para que a revista pudesse escrutinar quem estava presente e o que se gastou. Perdeu a primeira ação em tribunal, recorreu e voltou a perder. Os documentos mostram como durante 10 anos o vice-presidente, hoje ministro das Infraestruturas e Habitação, faturou à autarquia dezenas de refeições com personalidades ligadas ao PSD numa altura em que foi dirigente e candidato à liderança do partido.
No passando, fechar acordos envolveu convívios em casa de Costa, telefonemas entre Marcelo e Guterres e refeições no Tivoli com Manuel Monteiro. E alguma discrição.
O presidente da ANA está hoje a ser ouvido na Comissão de Economia, Obras Públicas e Habitação por requerimento do PCP a propósito da privatização da ANA e da sua gestão nos últimos 10 anos.
Para tentar concretizar os negócios envolveu o então CEO do Banco Carregosa, um alto quadro do BES e Miguel Relvas. A investigação da PJ terminou no fim de 2022, mas o MP adiou o fim do caso porque mandou transcrever de forma integral mais de mil escutas telefónicas. O caso arrasta-se há 10 anos, mas recentemente Veiga conseguiu que um juiz de Cabo Verde lhe libertasse cerca de €60 milhões que estavam apreendidos a pedido das autoridades portuguesas. Depois, tentou transferir quase €37 milhões – e nasceu um novo processo.
Teve sucesso onde ele escasseava: impostos, saúde e banca. O “senhor fisco” agora é ministeriável ou hipótese para o Banco de Portugal? O que tem afinal, Macedo?
Um acordo criminoso não cumprido na venda de um terreno público que iria defraudar o Estado. Uma autarca endividada por empréstimos pessoais e que tomava decisões após consultar uma “conselheira espiritual”. O dinheiro encontrado num cofre e em envelopes. E o alegado pacto do deputado do PS com os dois amigos que tinham feito juras de fidelidade nos templos da maçonaria.