Nova coleção “Retratos Políticos III” chega às bancas com biografias de figuras marcantes da história portuguesa
Primeiro volume, dedicado a Francisco Pinto Balsemão, está disponível já hoje.
Primeiro volume, dedicado a Francisco Pinto Balsemão, está disponível já hoje.
A próxima biografia da SÁBADO sai a 15 de abril e retrata o antigo Presidente da República. Teve uns pais austeros e exigentes, era mestre a dialogar até com os inimigos e previu a escalada da extrema-direita.
Francisco Pinto Balsemão, Jorge Sampaio, Natália Correia e Cavaco Silva são os protagonistas destas biografias.
Com apenas 22 anos, estreou-se como maestro à frente da Orquestra do Porto. Mais tarde liderou a Orquestra Nacional de Nova Iorque, foi professor na Juilliard, fundou a Nova Filarmonia Portuguesa e foi diretor artístico da Metropolitana de Lisboa.
Trump é a marioneta que eles usam. Trump promete que durante uns dias não haverá ataques, mas logo a seguir Israel com o apoio americano faz novos ataques.
Foi palco de festas de um conde, deu origem à expressão “forrobodó” e chegou a funcionar como escola. Há 10 anos passou a restaurante – e o ator Nicolas Cage já se sentou nas suas mesas.
Depois do sucesso das edições anteriores, com Salazar, Sá Carneiro, Álvaro Cunhal ou Freitas do Amaral, a SÁBADO traz agora as biografias de Pinto Balsemão, Jorge Sampaio, Natália Correia e Cavaco Silva. A primeira é da autoria de Joaquim Vieira, que recorda aqui como o ex-primeiro-ministro reagiu mal à história do filho fora do casamento e à tragédia de Camarate
Ex-ministro foi acusado de violência doméstica.
José Manuel Durão Barroso, futuro presidente da Comissão Europeia, futuro presidente não executivo do Goldman Sachs International, futuro cidadão do mundo com várias moradas em países com regimes fiscais convenientes — foi maoísta.
“Exaltei-me porque estava muito nervoso mas não lhe bati. Também estranhei chamarem a polícia", disse Mira Amaral.
À entrada para o congresso do Partido Socialista, o secretário-geral José Luís Carneiro falou do partido e da mensagem de Cavaco Silva.
O primeiro-ministro defendeu esta sexta-feira que há vários pontos de concordância entre o artigo de Aníbal Cavaco Silva e a posição do Governo. Luís Montenegro disse que as palavras do antigo Presidente da República incentivam o Governo a prosseguir.
O antigo primeiro-ministro criticou a oposição e apelou ao sentido de Estado para que se avance com as reformas necessárias.
Figuras que ajudaram a decidir e a moldar a história de Portugal.
O presidente do Chega disse, em entrevista exclusiva ao NOW, que a reforma da lei laboral é um "fracasso" e que o responsável por isso é o primeiro-ministro. "Esta lógica, de estar sempre a governar assim, a procurar encostar os outros à parede, talvez tenha funcionado com Cavaco Silva nos anos 80, mas o mundo mudou, o país mudou e as pessoas hoje têm mais informação", considerou.
A Presidência celebrou a gratuitidade do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que Vhils doou e quer que se torne hábito. Mas isto já é tradição: também aconteceu com Sampaio e Cavaco.