Sábado – Pense por si

António José Seguro confiante na vitória do "homem normal"
Rita Rato Nunes

De Penamacor a Belém, o triunfo do homem “normalíssimo”

Criou um jornal, entrevistou Ramalho Eanes, fez de “segurança” de Salman Rushdie, foi preso numa manifestação em Espanha, levou o seu gabinete no Rato para o sótão quando liderava um PS dividido. Largou tudo – e regressou. Em Belém, os boys ficam à porta, vai haver registo público de reuniões e Presidências Abertas “à Soares”.

O menos mau!

Seguro poderá entrar para a história não como o melhor, mas como o menos mau. E, nestes tempos, isso parece bastar.

O debate, em Lisboa, durou 75 minutos.
Bruno Faria Lopes

Seguro x Ventura: os sete temas de 75 minutos mornos

António José Seguro controlou genericamente um debate que não seria, à partida, decisivo para o desfecho das Presidenciais. Promulgará a reforma laboral se a UGT estiver a bordo, fará um primeiro Conselho de Estado sobre Defesa e vai tentar um "pacto" na Saúde. André Ventura mudou de opinião sobre o reforço dos poderes presidenciais, escorregou na Justiça - e falou quase sempre para a sua base eleitoral.

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