Sábado – Pense por si

Nádia Dinis com a família em  Cacilhas, que já considera ser a margem certa do Tejo
Luísa Oliveira

Que bem se está na Margem Sul

Há uns anos, perante uma mudança de residência para o outro lado do Tejo recebiam-se apenas comentários preconceituosos. Porém, longe vai a imagem de dormitório da capital – hoje, todos realçam a vida sossegada e o preço mais acessível das casas. Mas ainda há grandes projetos pensados para o território, que teimam em não sair do papel.

As festas do Lux eram épicas, sobretudo as de aniversário e passagem de ano. Nem faltou a estrela do burlesco, com Dita Von Teese (canto inferior dt.º)
Raquel Lito

Lux muda de mãos: irlandês toma conta da icónica discoteca lisboeta

Abre-se um novo capítulo para a discoteca do armazém portuário, que vincou a noite da capital ao longo de 27 anos. A marca, criada por Manuel Reis e perpetuada por um coletivo de funcionários leais, terá novo patrão. É irlandês, chama-se John Darling e garante à SÁBADO “honrar o legado” do fundador. Veremos.

Carlos Moedas fez questão de agradecer ao seu chefe de campanha,  António Valle
Marco Alves

Lisboa: ganhar pela estratégia

Carlos Moedas foi o rosto de uma grande noite para o PSD. O País continua em processo de viragem à direita, mas isso não explica tudo. Os bastidores do triunfo.

Moedas celebra vitória em Lisboa
Marco Alves

Lisboa deu uma segunda oportunidade a Carlos Moedas

Tal como em 2021, oposição estará em vantagem, mas agora menos. Houve perdas e conquistas (com destaque para mais 30 mil votos e novas juntas), choros e gritos de vitória. E alívio por João Ferreira, um dos heróis da noite para a campanha.

O porco alentejano Laborela, acompanhado de batata mil-folhas, berbigão galego e couve-flor (€24), do Broto
Sofia Parissi

Novos pratos e novos restaurantes a descobrir

Cozinhas assentes na gastronomia tradicional ou propostas para conhecer sabores internacionais: seja qual for a sua escolha, há sete novos restaurantes que vale a pena conhecer, de norte a sul do País.

No estaleiro do Plano Geral de Drenagem, obra que disse ter sido ele a ter “a coragem de fazer”
Marco Alves

Como Carlos Moedas se apropriou da obra dos outros

“Fizemos”, “construímos”, "tivemos a coragem de fazer". Moedas reivindicou a autoria de 112 obras que eram do antecessor, de juntas, de universidades e do Governo (são dezenas de obras, incluindo creches, USF, escolas, jardins, residências estudantis, ou casas), incluindo com deturpação de números. Afirmou haver "mais 400 cantoneiros" a recolher lixo, mas mapa de pessoal da CML mostra que há menos 117

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