Governo assume salário mínimo nos 970 euros no próximo ano
O salário mínimo nacional fixa-se atualmente nos 920 euros.
O salário mínimo nacional fixa-se atualmente nos 920 euros.
Esta é a primeira reunião no âmbito desta negociação e acontece a poucas dias da entrega da proposta de Orçamento do Estado para 2027.
Este foi o cenário encontrado pela Lusa durante uma ronda feita por escolas de Lisboa e com base em declarações de encarregados de educação.
Pelas 11h00, está prevista uma manifestação entre a Praça da Figueira e o Ministério das Finanças, em Lisboa.
CGTP acredita que meta dos 1.100 euros é alcançável no próximo ano.
O início do velório, aberto a todos, estava marcado para as 15h00 e pouco depois já várias pessoas tinham subido ao quarto andar do edifício da Voz do Operário, na zona da Graça.
Múltiplas figuras do meio musical português, como Carminho, João Gil, Manuel João Vieira e Camané, estiveram esta quarta-feira no velório de Jorge Palma. Houve quem levasse rosas e cravos.
Paulo Raimundo criticou ainda a ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, por afastar a fixação dos preços dos combustíveis, afirmando que a governante "está enganada" na sua leitura.
Lembrando que o atual acordo tripartido prevê que o salário mínimo nacional suba dos atuais 920 euros para 970 euros, Mário Mourão considerou que essa meta é insuficiente.
Revisão do aumento do salário mínimo não está, no entanto, prevista neste momento.
A atualização do salário mínimo deverá ser um dos temas abordado na reunião.
Serão realizadas diversas ações nas empresas e locais de trabalho, nomeadamente plenários e concentrações à portas das empresas.
A estrutura sindical indicou que, em conjunto com os trabalhadores, apresentou à administração "diversas propostas e alternativas para evitar o despedimento coletivo ou, pelo menos, reduzir o seu impacto".
Trabalho não remunerado é uma das preocupações da central sindical, que considera ter muitas semelhanças com trabalho forçado.
Os subscritores consideram que muitas mulheres regressam demasiado cedo ao trabalho, enfrentam dificuldades em compatibilizar a amamentação com a atividade profissional e continuam sujeitas a preconceitos, desinformação e discriminação.
As sondagens são só sondagens – no início de março de 2025, Pedro Nuno Santos também surgia na liderança, para depois perder estrepitosamente – mas dão um sinal. Que esse sinal imponha cautela generalizada é hoje o maior fator de estabilização da política portuguesa. Mudanças significativas nos alinhamentos podem mudar tudo, mas enquanto assim estivermos, valha-nos o Santo Inquirido.