Governo convoca UGT para nova reunião segunda-feira sobre alterações à lei laboral
Esta reunião acontece depois de o secretariado nacional da UGT ter votado contra a proposta de revisão da legislação laboral apresentada pelo Governo.
Esta reunião acontece depois de o secretariado nacional da UGT ter votado contra a proposta de revisão da legislação laboral apresentada pelo Governo.
Leitão Amaro esclareceu que esta porta aberta se refere ainda à fase de negociação na concertação social, dizendo ter ouvido notícias dos vários parceiros sociais de que há vontade de continuar a negociar.
A central sindical considera que a proximação negocial é "insuficiente".
Nos últimos meses, o Governo tem reunido com a UGT e com as quatro confederações empresariais, deixando a CGTP de fora dos encontros.
Nos últimos meses, o Governo tem optado por reunir-se com a UGT e com as quatro confederações empresariais, deixando a CGTP de fora dos encontros.
Vários jovens participaram num protesto e dizem ser contra o pacote laboral que consideram "grave".
Esta terça-feira decorreu mais uma reunião no Ministério do Trabalho, em Lisboa.
Armindo Monteiro espera concluir "este processo hoje" e disse que "assim que terminar este processo" a confederação vai propor "um plano" de rendimentos para aumentar os salários.
O Executivo tem tido várias reuniões técnicas com as quatro confederações patronais (CIP, CCP, CTP e CAP) e a UGT para negociar as mais de 100 alterações à lei laboral.
Protesto vai exigir o aumento de salários e pensões e visa ainda o pacote laboral apresentado pelo Governo.
Ventura pode revelar-se, sem o assumir, tão socialista quanto a oportunidade de ser simpático para os eleitores o dite. Mas ser um partido catch-all na economia enquanto brada a sua pureza direitista é uma espargata com os seus limites, mesmo para um contorcionista experiente.
Erros políticos, greve e um novo ator: como a UGT, que representa um número residual dos traba lhadores do privado, ganhou protagonismo nas negociações da reforma laboral
António José Seguro já tinha defendido que o país precisa de "um acordo equilibrado" em matéria de legislação laboral.
Perante as críticas da CGTP e da UGT, o executivo entregou à UGT uma nova proposta com algumas cedências e novas medidas, mas reiterou que não está disponível para retirar toda a iniciativa, nem para deixar cair as traves mestras das alterações anunciadas.
Ambos os partidos questionam o papel da Base das Lajes no ataque ao Irão e pedem esclarecimentos ao Governo.
Iniciativa integra-se na manifestação nacional convocada pela central sindical CGTP.