Urnas abrem na Hungria para decidir o futuro de Orbán
Depois de 16 anos no poder o primeiro-ministro populista Viktor Orbán pode ser substituído pelo seu antigo aliado, Péter Magyar.
Depois de 16 anos no poder o primeiro-ministro populista Viktor Orbán pode ser substituído pelo seu antigo aliado, Péter Magyar.
O líder do partido opositor Tisza tem prometido restaurar o Estado de Direito e a independência dos tribunais, exigências de Bruxelas para desbloquear milhares de milhões de euros de fundos europeus retidos por violações ao Estado de Direito e corrupção sistémica do governo de Viktor Orbán (Fidesz), no poder há 16 anos.
Presidente do município da capital húngara desde 2019, Gergely Karácsony é um crítico do primeiro-ministro.
Diogo Alexandre Carapinha explica que “na Hungria as plataformas digitais são um campo de disputa”, o que torna o país mais permeáveis e interferências estrangeiras.
Péter Magyar surgiu como principal adversário de Viktor Orbán após cortar laços com o Fidesz, em 2024. As eleições legislativas húngaras que podem ditar o fim de Orbán acontecem este domingo.
O mundo mudou muito desde que a última estratégia de segurança europeia de 2016, que substituiu a de 2003, foi publicada.
O socialista foi eleito para o Secretariado Nacional do PS em julho de 2025 pela lista de José Luís Carneiro.
Comissão Europeia considera que as notícias que apontam nesse sentido são "extremamente preocupantes".
A esperança de uma guerra curta no Irão deu lugar a um risco alto de choque económico. O Governo não prevê escassez de combustíveis, mas abril será ainda mais difícil nos preços e Bruxelas já planeia medidas para reduzir o consumo. Saiba como proteger o seu dinheiro dos preços-recorde do gasóleo, da subida certa das taxas Euribor e da turbulência nos investimentos.
A segunda vaga de impacto da guerra no Irão, a de escassez de gasóleo e jetfuel para a aviação, chega à Europa em meados deste mês. O Ministério do Ambiente e da Energia e a Galp não anteveem que venha a faltar combustível, mas os preços vão bater recordes. Chefes dos governos vão a Bruxelas daqui a duas semanas para debater medidas de redução dos consumos.
Monitoriza desinformação, coordena informação classificada, lança equipas de ação rápida nas redes. Bruxelas acelera o passo contra ameaças externas.
O pedido foi feito numa carta assinada por Joaquim Miranda Sarmento, pelos ministros federais das Finanças da Áustria e Alemanha, pelo ministro da Economia e Finanças de Itália e pelo ministro da Economia, Comércio e Negócios de Espanha.
E ainda a usurpação de Mariana Leitão, o deputado do PSD que parece do Chega e o namoro de Bruno Mascarenhas
Viktor Orbán criou uma oligarquia ultra-rica que inclui o amigo de infância, o genro, o pai e vário protegidos, alimentada por favores do estado. Essas ligações e os indícios de corrupção são o seu calcanhar de Aquiles nas eleições que se avizinham.
A guerra na Ucrânia já provocou dezenas de milhares de mortos de ambos os lados, e os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia a cidades e infraestruturas ucranianas.
Desde o início do conflito no Médio Oriente, os preços na UE aumentaram cerca de 70% no gás e 60% no petróleo.