O Chega e o barco insuflável
A história recente demonstra que a relação do líder do Chega com a verdade e com a reserva negocial é, digamos, criativa.
A história recente demonstra que a relação do líder do Chega com a verdade e com a reserva negocial é, digamos, criativa.
As primeiras bombas do ELP, a guerra da unicidade sindical, os casos Renascença e República na comunicação social, 400 MRPP's presos pelo Copcon: a violência estalou de vez e abriu alas para o que aí vinha.
O amigo de longa data expressara «boa opinião sobre o que lhe prepararam para ver», concluindo Vergílio Ferreira pela amoral bem-aventuraça de quem se alcandora aos cumes em que «a História assimila todos os mortos possíveis e dorme o sono dos justos.»
Saneamentos e prisões políticas; as chaves da faculdade na posse dos estudantes, alguns a viver lá dentro; tareia com correntes e bastões de ferro: os dias revolucionários e perigosos da “zona libertada” de uma escola de... Direito.
Alguns são tremendistas, sonoros, extremados e radicais. Mas também há moderados e um deles até tem algumas hipóteses de eleger um deputado.
Nasceu na Mouraria há 69 anos, criou o Parque das Nações, mora junto à Praça da Alegria e tem recusado entrevistas sobre o momento que há 20 anos, num 22 de maio, marcou a sua vida e a do País. Porque foi uma “admirável obra colectiva” e não dele. Recorde a entrevista de vida a Mega Ferreira, que morreu esta segunda-feira.
E agora terão de sair. Este é pelo menos o desejo do CDS e do Livre. Num debate muito centrado em diferenças religiosas e ideológicas, Rui Tavares e Francisco Rodrigues dos Santos equilibraram-se. Mas um acabou por vencer
Nuno Melo diz-se "envergonhado" com o que se está a passar no CDS e garante que há uma decisão que aceita a impugnação do Conselho Nacional. Filipe Anacoreta Correia assegura que não há decisão sobre o pedido de Melo, só a aceitação do seu requerimento.
O telefone fixo já não existe, a sede principal em Lisboa teve de ser abandonada, houve novas cisões e desde a morte de Arnaldo Matos não há notícia de novo secretário-geral.
Acompanhe o rescaldo das eleições ao minuto na SÁBADO.
Agora que chamámos a sua atenção, este texto é sobre as ideias mais originais, irreais ou radicais dos pequenos partidos. E até sobre não ideias. E a proposta do título existe, não é publicidade enganosa nossa.
O fundador do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP) Arnaldo Matos morreu sexta-feira de madrugada, aos 79 anos.
Um dos filhos de Arnaldo Matos, Pedro Matos, acusou hoje o PCTP/MRPP de ter "montado" um velório e "funeral-sequestro" ao seu pai.
Um dos filhos de Arnaldo Matos, Pedro Matos, acusou o PCTP/MRPP de ter "montado" um velório e "funeral-sequestro" ao seu pai, recusando participar nas cerimónias fúnebres do político.
Em privado, Arnaldo Matos humilhou frequentemente Garcia Pereira. O advogado sempre respondeu com reverência e humildade. Afrontar o seu padrinho e mentor estava fora de causa. Até que decidiu romper de vez.
Nos anos 70 era o romântico, o feiticeiro que se opunha ao regime. Nesta década, descobriu o Twitter onde lançava farpas (muitas violentas) contra todos.