Irão: Central nuclear de Bushehr atingida por ataque mas sem danos nem vítimas
Após o anúncio do Irão, a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), por seu lado, voltou a apelar à "máxima contenção" para evitar riscos na segurança nuclear.
Após o anúncio do Irão, a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), por seu lado, voltou a apelar à "máxima contenção" para evitar riscos na segurança nuclear.
A Alemanha anunciou, esta quarta-feira, que libertará parte das suas reservas de petróleo em resposta ao pedido feito pela Agência Internacional de Energia. A Agência pediu aos países membros que libertem 400 milhões de barris para tentar travar a subida dos preços do combustível provocada pela guerra no Irão.
Medidas vão ser aplicadas em coordenação com a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).
O diretor da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol, alertou, esta sexta-feira, que uma interrupção prolongada das exportações de gás natural do Médio Oriente poderá provocar escassez de gás natural liquefeito no mercado global.
O complexo de enriquecimento nuclear de Natanz, no Irão, foi atingido pelos ataques aéreos dos EUA e Israel. Segundo a Agência Internacional de Energia Atómica as instalações sofreram alguns danos, mas "não se esperem consequências radioativas".
Para tratar da situação no Irão, atacado por Israel e pelos Estados Unidos.
Os operadores da central afirmaram que seis ‘drones’ danificaram vários veículos.
A AIEA, com sede em Viena, há muito que controla o programa nuclear iraniano mas ainda não reagiu à posição do Irão.
Num relatório, a Agência Internacional de Energia garante que o ritmo de construção de novos reatores nucleares não era sentido há três décadas e que há mais de 40 países que pretendem aumentar as infraestruturas de produção nuclear.
Peritos da Agência Internacional de Energia Atómica pedem mais acesso à estrutura para terem a certeza da sua segurança.
Agência Internacional de Energia Atómica ainda não confirmou informação.
Região tornou-se no epicentro dos confrontos entre os militares russos e ucranianos e líderes mundiais temem possível desastre nuclear.
Combates põe em causa a segurança da maior central nuclear da Europa. Agência Internacional de Energia Atómica pede que seja permitida uma visita ao local para evitar problemas maiores.
Depois de várias instalações nucleares ucranianas terem sido capturadas, danificadas ou comprometidas nas duas semanas decorridas desde o início da invasão russa da Ucrânia, AIEA pediu que fossem negociadas garantias de segurança para se evitarem acidentes nucleares.
Agência Internacional de Energia Atómica tinha proposto local para uma cimeira sobre a segurança das centrais nucleares ucranianas.
Relatório da Agência Internacional de Energia avisa que, ao ritmo atual, as emissões de carbono só serão reduzidas em 40% até 2050 - abaixo da meta proposta para a neutralidade carbónica (60%).