A embaixada sublinhou ainda que a "operação urgente demonstrou capacidades únicas em matéria de não-proliferação e estreita cooperação com parceiros internacionais", nomeadamente a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).
A Embaixada dos Estados Unidos na Venezuela, anunciou que concluiu, em conjunto com aliados internacionais, a remoção de 13,5 kg de urânio altamente enriquecido, do antigo reator RV-1, que se encontrava naquele país latino-americano.
Donald Trump, presidente dos EUA AP
"Numa vitória para os Estados Unidos, a Venezuela e o mundo, a Administração Nacional de Segurança Nuclear do Departamento de Energia dos EUA (DOE/NNSA), em colaboração com parceiros internacionais, concluiu a retirada de todo o urânio enriquecido remanescente de um reator de investigação antigo na Venezuela", explicou a representação diplomática num comunicado.
O documento, divulgado na sexta-feira, explica que "a remoção segura de todo o urânio enriquecido da Venezuela envia mais um sinal ao mundo de uma Venezuela restaurada e renovada. Graças à liderança decisiva do Presidente [dos Estados Unidos, Donald] Trump, as equipas concluíram em meses o que normalmente teria levado anos".
A embaixada sublinhou ainda que a "operação urgente demonstrou capacidades únicas em matéria de não-proliferação e estreita cooperação com parceiros internacionais", nomeadamente a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).
"Durante décadas, o reator RV-1 apoiou a investigação em física e energia nuclear. Quando essa atividade chegou ao fim em 1991, o seu urânio, enriquecido acima do limiar crítico de 20%, passou a ser considerado material excedente", explicou o comunicado.
"Para garantir a segurança deste material excedente, a equipa do Gabinete de Não-Proliferação Nuclear da Defesa (DNN) e peritos técnicos do Instituto Venezuelano de Investigação Científica retiraram com segurança 13,5 quilogramas de urânio do reator RV-1, em menos de seis semanas, após a visita inicial ao local", acrescenta.
O material foi transportado ao longo de 160 quilómetros, por via terrestre, até um porto venezuelano, de onde foi transferido para um transporte especializado fornecido pela Nuclear Transport Solutions, do Reino Unido.
"O navio transportou o material para os Estados Unidos, chegando a território norte-americano no início de maio. À chegada, equipas norte-americanas descarregaram os contentores e transportaram-nos para as instalações de Savannah River (SRS) para processamento e reutilização" do urânio, explicou a embaixada.
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