As promessas de início de ano
Aos primeiros dias de janeiro comprometi-me a um desafio: ficar 100 dias sem tocar em açúcar
Aos primeiros dias de janeiro comprometi-me a um desafio: ficar 100 dias sem tocar em açúcar
Em 03 de janeiro de 2026, os Estados Unidos lançaram um ataque contra a Venezuela para capturar o líder venezuelano e a mulher, e anunciaram que vão governar o país até se concluir uma transição de poder.
Quando há filas - e para cumprir os tempos de espera -, os polícias limitam-se a ver se o documento de identificação do passageiro corresponde à pessoa que vai viajar. As bases de dados nacionais e internacionais são ignoradas.
Trump andou meses a gozar connosco. Não, o Presidente dos EUA nunca teve real intenção de proteger a Ucrânia. A visão da Administração norte-americana sempre foi a de suposta (e totalmente errada) equivalência entre agressor e agredido. O Plano de Paz de 28 pontos foi gizado entre americanos e russos, sem pôr ucranianos e europeus à mesa. Sanções à Rússia? Pressão sobre Putin? Nevoeiro. O comprometimento pró-Kremlin de Trump sempre esteve lá.
Presidente dos Estados Unidos deu um prazo a Zelensky para aceitar as condições - até ao dia 27 deste mês
Proposta de alteração ao Orçamento de Estado deverá ser aprovada, apesar da oposição dos partidos do Governo.
Na primeira saudação dominical aos peregrinos, Leão XIV gritou "nunca mais a guerra", falando "aos grandes do mundo" e referindo o "cenário dramático atual de uma III Guerra Mundial em pedaços".
O ano de 2025 tem sido exigente para a Europa ao nível interno e externo e, mesmo com as baterias carregadas pelo tempo estival, será difícil esconder as dificuldades: apesar das aparências, tem havido mais desunião que união e, sem ela, o nosso futuro coletivo não será muito promissor.
Uma grande parte das notas que não são publicadas deve-se à falta de consenso durante a fase de votação, enquanto outras nunca são submetidas a votação.
A detenção de Ekrem Imamoglu, o favorito para enfrentar o Presidente Erdogan nas próximas eleições presidenciais de 2028, desencadeou uma onda de protestos a uma escala nunca vista desde os enormes protestos de Gezi, em 2013.
Não serão só as Legislativas em Portugal que serão relevantes no próximo domingo para o nosso futuro: o que acontecer na segunda volta das presidenciais da Roménia pode agravar a deriva nacional-populista no flanco Leste da UE e da NATO. Da Turquia pode surgir uma nova esperança para a Ucrânia. Mas o jogo de sombras entre Trump e Putin torna improvável a admissão de Erdogan como novo “player” que definirá o futuro de Kiev.
O País ficou às escuras com um apagão colossal e singular. Porquê? Não sou especialista, mas leio os especialistas. E todos, com impressionante concórdia, relembram que a energia renovável, sem mecanismos para estabilizar a rede, é mais propensa a estes humores. Que tenciona o País fazer em relação a isto?
Que o jornalismo continue com esse balanço fundamental: com a rapidez necessária para informar e a lentidão suficiente para refletir.
Nos EUA, há quem tenha medo. Na Europa, procuram-se soluções, que ainda não há, para uma defesa sem americanos e sem NATO. Em O Colapso da Verdade, o seu novo livro, o especialista em geopolítica explica porque é que este é o maior desafio ao mundo como o conhecemos.
Desde que o Presidente norte-americano Donald Trump iniciou a guerra comercial, no início de abril, os Estados Unidos impuseram tarifas de 145% sobre os produtos chineses, e o gigante asiático respondeu com taxas de até 125% sobre as importações norte-americanas.
O Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, celebrou os primeiros 100 dias de mandato num comício, na Casa Branca, durante a noite desta terça-feira.