As imagens das agressões, que aconteceram na presença do filho da vítima e do agressor, de 9 anos, foram captadas por câmaras de videovigilância na casa da vítima e amplamente difundidas nas redes sociais.
O bombeiro suspeito de violência doméstica em Machico, na Madeira, detido na terça-feira, ficou hoje em prisão preventiva após ter sido presente a primeiro interrogatório judicial, indicou o tribunal.
Madeira: Bombeiro detido por violência doméstica fica em prisão preventiva
O Tribunal da Comarca da Madeira informa, na sua página oficial, que o interrogatório teve início às 14:00 e terminou às 18:35.
O suspeito, de 35 anos, ficou indiciado de dois crimes de violência doméstica e o juiz decidiu aplicar-lhe as medidas de coação de prisão preventiva, a mais gravosa, e de proibição de contacto "por qualquer meio, direto ou por interposta pessoa, com os ofendidos".
O homem, bombeiro na corporação do concelho de Machico, foi inicialmente identificado na segunda-feira, quando a PSP foi acionada através da vítima, e na terça-feira foi detido após um mandado de detenção emitido pelo Ministério Público.
As imagens das agressões, que aconteceram na presença do filho da vítima e do agressor, de 9 anos, foram captadas por câmaras de videovigilância na casa da vítima e amplamente difundidas nas redes sociais.
Na segunda-feira, a secretária regional da Inclusão, Juventude e Trabalho, Paula Margarido, manifestou-se, em comunicado, "profundamente chocada" com as agressões e assegurou que estava a acompanhar o caso e a adotar "todas as diligências necessárias para garantir a proteção e o acompanhamento da vítima e do respetivo agregado familiar".
Também o Comando dos Bombeiros Municipais de Machico, através de uma publicação emitida nas redes sociais, apresentou "a sua profunda consternação para com a notícia que circula nos meios de comunicação, envolvendo um elemento da corporação, e que entende ser um ato completamente reprovável".
Os bombeiros disseram ser "totalmente contra qualquer tipo de violência" e esperam "que o caso seja tratado pelas devidas entidades responsáveis, apelando a que a justiça seja feita".
"Os serviços jurídicos também já estão a tomar os devidos procedimentos", acrescentavam na mesma publicação.
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