Sócrates está de novo sem advogado e ataca tribunal
O antigo primeiro-ministro considerou José Preto poderia ter continuado no julgamento se houvesse um "mínimo de consideração pessoal e de delicadeza humana" por parte dos juízes.
O antigo primeiro-ministro considerou José Preto poderia ter continuado no julgamento se houvesse um "mínimo de consideração pessoal e de delicadeza humana" por parte dos juízes.
Trinta e sete pessoas do grupo 1143 foram detidas na terça-feira em todo o país na operação "Irmandade".
Foram detidas 37 pessoas na operação que visava membros de grupos extremistas, a maior parte deles são membros do Grupo 1143.
Trinta e sete pessoas com "vastos antecedentes criminais" e "ligações a grupos de ódio internacionais" foram hoje detidas.
Dezenas de buscas decorrem em vários pontos do país.
Estão ambos em prisão preventiva.
Factos terão ocorrido na esquadra do Largo do Rato e envolvem agressões violentas e sevícias sexuais.
Acusação defende que o grupo terá pago quase 2,4 milhões de euros a José Sócrates para obter apoio privilegiado no concurso para a construção de habitação social no país.
Dois brasileiros do PCC e um membro da Máfia dos Balcãs foram libertados quando expirou a prisão preventiva e já não apareceram no julgamento. Ninguém sabe onde param.
Em 3 de janeiro de 2026, José Preto comunicou ao tribunal que se encontra internado.
Em causa estão crimes de tráfico de pessoas, auxílio à imigração ilegal, associação criminosa de auxílio à imigração ilegal ou branqueamento de capitais.
"Quero ajudar os adolescentes a lutar contra o bullying, e se eu não der o exemplo, será difícil", diz a primeira-dama francesa.
O processo envolve 10 arguidos, dos quais seis estão em prisão preventiva. Traficava-se haxixe, cannabis, cocaína e MDMA.
Pedro Calado e os empresários Custodio Correia e Avelino Farinha ficam apenas sujeitos a Termo de Identidade e Residência. Juízes criticaram decisão do Tribunal da Relação de Lisboa que impôs restrições à liberdade de circulação.
Foi o facto de se sentir zangado com a atitude da primeira figura do estado, que impulsionou Henrique Gouveia e Melo a se candidatar ao cargo de quem o pôs furioso.
Como uma rede de piratas informáticos e de burlões de Gaia enganou e roubou milhares de euros a vários empresários em Portugal. A SÁBADO explica o esquema.