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Raríssimas: "Provem que usei dinheiro público. Não usei"

Diogo Barreto
Diogo Barreto 16 de dezembro de 2017 às 12:48

Garante que não comprou €230 de gambas para si, que o BMW era de toda a direcção e que vestidos caros eram "fardas" para "ir à rainha".

Os vestidos caros eram como que fardas para visitas oficiais de rainhas, as gambas eram um aperitivo para os diplomatas e mecenas do projecto e o BMW servia toda a direcção. Paula Brito da Costa garante que não se aproveitou do dinheiro público da Raríssimas para proveito próprio.