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Quinto dia de greve dos motoristas começa com menos um sindicato em protesto

16 de agosto de 2019 às 07:06
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Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias desconvocou a greve na noite de quinta-feira, na sequência de uma reunião no Ministério das Infraestruturas.

Agreve dos motoristasde matérias perigosas entra esta sexta-feira no quinto dia, depois de um dos dois sindicatos que convocaram a paralisação ter desconvocado o protesto.

A decisão do Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM) surgiu perto das 23:00, na sequência de uma reunião no Ministério das Infraestruturas, gabinete onde se encontravam também dirigentes daAssociação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias(ANTRAM).

"Chegámos à conclusão de que esta greve não surtiu os efeitos que desejávamos", disse Anacleto Rodrigues, porta-voz do SIMM.

Esta posição do SIMM deixou o Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) sozinho no protesto, depois de esta estrutura sindical ter pedido na quinta-feira a mediação do Governo para chegar a um entendimento com a ANTRAM.

ANTRAM apelou a sindicato das matérias perigosas para também desconvocar greve

Não há vencidos, há um vencedor que é o diálogo, disse na quinta-feira o porta-voz da ANTRAM depois de o SIMM, o outro sindicato que em conjunto com o SNMMP convocou a greve, ter anunciado o fim da paralisação. - Portugal , Sábado.

O Governo começou por anunciar que iria nomear um mediador para tentar terminar o conflito, mas, horas depois, disse que o processo de mediação não era viável.

A ANTRAM, por seu turno, reiterou na quinta-feira que, se os sindicatos desconvocarem a greve, aceita reunir-se com aquelas estruturas.

A greve fora convocada pelo SNMMP e pelo Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM), com o objetivo de reivindicar junto da Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) o cumprimento do acordo assinado em maio, que prevê uma progressão salarial.

Na segunda-feira, ao final do primeiro dia de greve, oGovernodecretou uma requisição civil, alegando incumprimento dos serviços mínimos.