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Eurico Brilhante Dias promete que o partido vai "garantir um empenhado movimento de apoio aos trabalhadores e àqueles que querem uma lei laboral equilibrada e justa".
O líder parlamentar socialista defendeu esta terça-feira que 2026 "vai começar melhor" para alguns portugueses graças a propostas orçamentais do PS que foram aprovadas, prometendo empenho do partido no apoio a quem quer "uma lei laboral equilibrada e justa".
Eurico Brilhante Dias deixou estas ideias num vídeo, a que a agência Lusa teve acesso, no qual deixa votos de bom 2026 a todos os portugueses e antecipa quais serão as principais prioridades do partido no parlamento no próximo ano.
"Para alguns portugueses o ano vai começar melhor, com menos portagens por proposta do Partido Socialista em algumas regiões do país, com mais subsídio de patrulha para a GNR e para os agentes da PSP. Vai começar também para os bombeiros e para os deficientes das Forças Armadas, com reforço de rendimento em 2026".
Referindo-se a propostas do PS que foram aprovadas no Orçamento do Estado para 2026, o líder parlamentar socialista defendeu que para os portugueses abrangidos por estas medidas o ano "começa a melhor por iniciativa do Partido Socialista".
"Mas é pena que não comece melhor na educação, na habitação, na saúde, na administração interna e no combate aos incêndios, que foram marcas muito negativas do ano de 2025. Mas vamos tentar melhorar", lamentou.
Eurico Brilhante Dias promete que o partido, na economia, mas em particular no pacote laboral, vai "garantir um empenhado movimento de apoio aos trabalhadores e àqueles que querem uma lei laboral equilibrada e justa".
"Vamos tentar fazer, por exemplo, com que regresse a isenção de comissão bancária, quando os portugueses, poupando, querem abater o seu crédito de habitação. Vamos voltar à lei da nacionalidade, para ser uma lei mais equilibrada e justa", adiantou.
O líder parlamentar do PS termina com uma ideia que o partido tem defendido, a da construção de uma "alternativa a este Governo de direita, que se apoia na extrema-direita".
"Uma alternativa credível, que só pode ser feita pelo PS, no ano de 2026", defendeu.
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