O plano de Pedro Marques Lopes para passar de ilustre desconhecido a influente

O plano de Pedro Marques Lopes para passar de ilustre desconhecido a influente
Marco Alves 15 de abril de 2021

Sedutor e dramático, fez as amizades que o levaram para os blogues, jornais e programas que interessavam. Foi próximo de Passos e de Sócrates ao mesmo tempo e hoje é amigo de meia Lisboa, enquanto a outra meia o despreza.

"Era suposto ser um almoço, mas ele preferiu um jantar." No dia 24 de agosto de 2008, o Diário de Notícias (DN) publicava mais uma edição da sua rubrica Dois Cafés e a Conta, que era escrita aos domingos pelo jornalista Jorge Fiel e se resumia a uma pequena entrevista à mesa com uma personalidade. Mas naquela edição quem escreveu a rubrica não foi Jorge Fiel, mas Fernanda Câncio. O entrevistado era Pedro Marques Lopes e a conta do jantar a dois no Pap’Açorda chegou aos €127,50: couvert (€5), carpaccio de mero (€16), pimentinhos padron (€10), linguadinhos fritos (€18), caldeirada (€25), Quinta dos Quatro Ventos tinto (€28), flûte de champanhe Mumm (€15), mousse de chocolate (€7), água do Luso (€2) e café (€1,50).

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