Dois anos de Amadeu Guerra na PGR: os inquéritos que marcam o mandato à frente do MP
Do Monte Branco à Operação Influencer.
Do Monte Branco à Operação Influencer.
Num artigo de opinião publicado esta quarta-feira no Público, o antigo ministro das Finanças e ex-governador do Banco de Portugal refere que a diferença entre o crescimento da despesa e o da receita durante o mandato de Montenegro já supera a dos Governos de Sócrates.
É fã da IA, acha que Trump é um louco perigoso e que Lisboa está muito suja. Não vai convidar políticos para a estreia de Mil Vezes Revista porque são “figuras” que não lhe interessam.
Longe vão os tempos em que Montenegro não confiava informações e decisões a Marcelo. Com Seguro, as conversas ficam privadas, há confiança e uma dependência mútua.
Pré-publicação de um excerto do novo livro do consultor de comunicação. "Como mentem os politicos" é sobre a arte de esconder a verdade, distorcer factos e enganar eleitores.
Antigo responsável pela pasta das Obras Públicas, Transportes e Comunicações no primeiro Governo de José Sócrates contradiz o Ministério Público.
Em declarações aos jornalistas à chegada ao Campus de Justiça, esta terça-feira, para mais uma sessão da Operação Marquês, José Sócrates criticou o atual advogado, Luís Carlos Esteves, declarando que não confia nele. "Este advogado não me representa. Não me dirijo a ele sequer", afirmou.
Ex-primeiro-ministro voltou ainda a falar sobre o facto de o ex-presidente do Banco Espírito Santo (BES) Ricardo Salgado continuar em julgamento mesmo depois do diagnóstico da doença de Alzheimer.
O antigo primeiro-ministro, José Sócrates, regressa esta quinta-feira a tribunal no âmbito da Operação Marquês. Foi o próprio que pediu para ser novamente ouvido, um ano após as últimas declarações.
Antigo primeiro-ministro regressou esta quinta-feira ao Campus de Justiça para prestar declarações no âmbito da Operação Marquês, e aproveitou para atacar a juíza, o Ministério Público e a comunicação social.
Queixa foi apresentada ao procurador-geral da República, "por factos suscetíveis de integrar o crime de falsidade de testemunho, na sequência do depoimento que este [procurador Rosário Teixeira] prestou, sob juramento, no Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa".
Caso que envolve o ministro Luís Neves levou o partido de direita a apresentar uma moção de censura. Mas o que é? Pode o Governo cair? E se não cair, o que acontece a seguir?
Exigir a Seguro que peça cabeças ou que apenas insinue que as quer é estarmos todos prisioneiros, ainda, do estilo-Marcelo em Belém. Marcelo, depois de tanta lamúria e queixume público de que falava demais, deixou afinal memória e escola – e isso não vai ser fácil para Seguro.
As sondagens são só sondagens – no início de março de 2025, Pedro Nuno Santos também surgia na liderança, para depois perder estrepitosamente – mas dão um sinal. Que esse sinal imponha cautela generalizada é hoje o maior fator de estabilização da política portuguesa. Mudanças significativas nos alinhamentos podem mudar tudo, mas enquanto assim estivermos, valha-nos o Santo Inquirido.
Os titulares de cargos públicos não representam apenas a si próprios. Representam o Estado e por isso, quando sobre eles recaem dúvidas sérias que afetam a confiança dos cidadãos, a resposta não pode limitar-se à defesa jurídica da legalidade dos seus atos.
Há, contudo, coisas sem perdão e entre elas contam-se deixar as gentes na penúria de água ou no desalento da terra queimada.