Sábado – Pense por si

Marco Alves
Marco Alves Jornalista

O que eu faço?
Trabalho na secção de política da SÁBADO.

Que áreas cubro?
Escrevo sobre a atividade político-partidária e tenho interesse pelo escrutínio de adjudicações, nomeações, uso de dinheiros públicos e património pessoal dos políticos no exercício do cargo. Interesso-me também por autarquias e setor empresarial do Estado. Respondo a todos os emails aqui: marcoalves@sabado.pt

Qual é o meu background?
Licenciei-me em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa. Em jornais e revistas, já estive em quase todas as áreas. Comecei no jornalismo médico em 2002, trabalhei em revistas de televisão e fiz jornalismo tabloide. Em 2010, fui freelancer no Mundial de Futebol da África do Sul e em 2011 entrei na SÁBADO, onde comecei na secção de cultura e lazer, depois passei para a Sociedade e finalmente para a política, onde hoje estou. Escrevo também sobre livros para o suplemento "Weekend" do Jornal de Negócios. Publiquei em 2023 o livro Salazar confidencial: a história secreta da rede de cunhas e favores do Estado Novo, que nasceu de uma série de artigos sobre o Estado Novo publicados na SÁBADO

O "chic-nic" de 3 de maio, evento premium que teve apoio  da câmara de Lisboa. À esquerda, Gonçalo Castel-Branco em 2017, no projeto ferroviário The Presidencial, que iria motivar um processo judicial contra a CP
Marco Alves

Promotor do "chic nic" já recebeu €3 milhões do Estado para eventos de luxo

Os €75 mil que a câmara de Lisboa deu a Gonçalo Castel-Branco são a ponta do icebergue. O Chefs on Fire, festival gastronómico "premium", recebe milhões, sobretudo do Turismo de Portugal. Ao mesmo tempo, o promotor (que reconhece dependência dos subsídios) está a processar uma empresa do Estado (a CP) em €2 milhões

Miguel Pinto Luz foi vice-presidente da câmara de Cascais enter 2013 e 2024. Pelo meio, em 2020, candidatou-se ao PSD
Marco Alves

Caso dos almoços: Miguel Pinto Luz “escapou” à justiça

Pelo menos para já, e que se saiba. Quando era autarca em Cascais, o atual ministro teve 545 refeições “de trabalho” com jornalistas e políticos pagas pela câmara, mas a investigação só foi em Oeiras e a Isaltino Morais

Rede social Twitter passou a chamar-se X, em 2023
Marco Alves

Guerras de política no X. Os protagonistas conhecidos e os anónimos

A rede social não está apenas entregue a políticos profissionais. Pelo contrário, eles foram os últimos a chegar lá. Algumas contas estão identificadas, outras são anónimas. Chegam a milhares de pessoas, discutem políticas e discutem uns com os outros. Por vezes, com ofensas e processos judiciais.

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