Nove das 23 barras do continente foram fechadas à navegação devido à agitação marítima e na zona norte apenas o porto de Leixões está aberto a toda a navegação
Nove das 23 barras do continente foram fechadas à navegação devido à agitação marítima e na zona norte apenas o porto de Leixões está aberto a toda a navegação, informa a Autoridade Marítima Nacional na sua página de internet.
Desde as 21h de sábado, pelo menos, foram encerradas as barras de Caminha, Vila Praia de Âncora, Esposende, Póvoa do Varzim, Vila do Conde, Douro, Aveiro, Figueira da Foz e São Martinho do Porto.
Na região norte apenas o porto de Leixões tinha a barra aberta, mas em Viana do Castelo o acesso foi condicionado, com as embarcações com mais de 30 metros a serem autorizadas a entrar ou sair da barra.
A barra da Nazaré mantém-se aberta a toda a navegação, mas mais a sul, em São Martinho do Porto, a barra foi encerrada devido ao mau tempo.
No resto do país, na zona sul e nos arquipélagos, as barras estão todas abertas.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou sete distritos do país sob Aviso Vermelho entre hoje e segunda-feira devido à previsão de agitação marítima, com ondas que podem atingir os 14 metros.
Os distritos com Aviso Vermelho – o aviso mais grave do IPMA, numa escala de quatro, que indica situações meteorológicas de risco extremo – são o Porto, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga.
Nos dez distritos sob aviso meteorológico laranja (o segundo mais grave aviso de uma escala de quatro) – Faro, Setúbal, Lisboa, Leiria, Beja, Coimbra, Porto, Viana do Castelo, Aveiro e Braga — prevê-se chuva intensa e forte agitação marítima, com ondas com cinco a sete metros, mas que durante o dia de hoje podem vir a atingir 12 a 14 metros de altura.
Nove barras costeiras fechadas por causa do mau tempo
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Enquanto nos digladiamos com as frivolidades quotidianas, ignoramos um problema de escassez estrutural que tratará de dinamitar as nossas parcas possibilidades de liderarmos o pelotão da economia do futuro, para a qual não estamos minimamente preparados.
Os momentos mais perigosos da História não são aqueles em que tudo colapsa, mas aqueles em que todos fingem que nada está a mudar. Em 1026, ninguém previa a avalanche de transformações que se seguiria.