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Mau tempo: GNR assinala condicionamentos em 14 estradas do distrito do Porto

GNR fez ponto de situação ao princípio da noite.

Cartorze estradas em sete concelhos do distrito do Porto estão condicionadas devido a desmoronamentos e inundações, disse a GNR, num ponto de situação ao princípio da noite.

Estradas cortadas no Porto
Estradas cortadas no Porto Lusa

No segundo balanço do dia, feito às 19:15, a Guarda Nacional Republicana referiu que, na Trofa, a rua 25 de abril, em Guidões, está condicionada devido a um desmoronamento, enquanto, em Gondomar, as inundações provocadas pelo rio Douro deixaram intransitável a rua Beira Rio, em Zebreiros, o mesmo acontecendo no Caminho de acesso ao Parque de Travassos, devido ao rio Sousa, na freguesia da Foz do Sousa.

Por último, em Melres a subida do Douro fechou a Travessa S. Bartolomeu e, em Jovim, a rua Beira Rio.

No concelho de Baião, outro desmoronamento fechou a rua 20 de junho, em Santa Marinha do Zêzere, enquanto em Vila Nova de Gaia, as inundações provocadas pelo rio Douro fecharam a rua do Areínho, em Avintes, e a Alameda Praia de Arnelas, no Olival.

Em Crestuma, a queda de uma árvore e de um poste de iluminação pública deixou condicionada a rua Eugénio Paiva Freixo.

Em Amarante, são três as estradas condicionadas, todas por causa de desmoronamentos: em Candemil, a Estrada Nacional (EN) 17 no quilómetro 74,800, em Padronelo a EN 101 ao quilómetro 139,90 e em Mancelos a rua Central de Mancelos.

No Marco de Canaveses, o aluimento da via deixou sem circulação a rua dos Tapados, o mesmo sucedendo na rua de Sabariz, na freguesia da Lixa, no concelho de Felgueiras.

A GNR recomenda aos automobilistas o planeamento antecipado dos percursos, bem como a utilização de vias alternativas e o cumprimento da sinalização temporária.

Catorze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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