Está em curso uma averiguação interna e a Polícia Judiciária Militar já esteve no navio de reabastecimento da Marinha.
AMarinhaconfirmou o desaparecimento de 14 dispersores de agulheta de incêndio que estavam a bordo do navio reabastecedor Bérrio. Está em curso uma averiguação interna.
Esta ocorrência surge depois de a Marinha ter perdido uma caixa de munições e de uma oficial superior farmacêutica ter sido colocada sob termo de identidade e residência, por ser suspeita de desviar para a sua empresa privada material médico comprado pelo ramo militar.
As agulhetas são aplicadas nas mangueiras, que servem para combater incêndios. Outras estavam guardadas como material de reserva.
Na segunda-feira, indica oDiário de Notícias, o navio Bérrio foi visitado pela Polícia Judiciária Militar, que procedeu à recolha de provas. Os marinheiros ficaram retidos na embarcação.
Numa nota, a Marinha adiantou ter comunicado na segunda-feira o desaparecimento do material à Polícia Judiciária Militar e aberto um "processo de averiguações para apurar o sucedido".
"O Comandante do navio [capitão-de-fragata Costa Cabral] ordenou, de imediato, as necessárias averiguações, envolvendo toda a guarnição de 70 militares", acrescentou a Marinha.
Segundo o comunicado, o navio reabastecedor "cumpriu na íntegra o plano de treino previsto" e regressou esta madrugada à Base Naval de Lisboa.
Contactado pela Lusa, o porta-voz da Marinha, comandante Pereira da Fonseca a falta das 14 dispersores de agulhetas de incêndio foi detectada segunda-feira durante os preparativos para uma saída de treino, que se iniciou terça e terminou hoje de madrugada.
Marinha confirma desaparecimento de dispersores de agulhetas no navio Bérrio
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