Marcelo distribui abraços e conversas no hospital Magalhães Lemos

Lusa 02 de maio de 2018
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Depois de inaugurar o Mercado Provisório do Bolhão e de reunir com associações de apoio aos sem-abrigo, o Presidente esteve no hospital referência da Região Norte em cuidados de psiquiatria e de saúde mental.

Marcelo no Hospital Magalhães Lemos
Marcelo no Hospital Magalhães Lemos
Marcelo no Hospital Magalhães Lemos
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Marcelo no Hospital Magalhães Lemos
Marcelo no Hospital Magalhães Lemos
Marcelo no Hospital Magalhães Lemos
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Marcelo no Hospital Magalhães Lemos
Marcelo no Hospital Magalhães Lemos
Marcelo no Hospital Magalhães Lemos
Marcelo no Hospital Magalhães Lemos
Marcelo no Hospital Magalhães Lemos
Marcelo no Hospital Magalhães Lemos
Marcelo no Hospital Magalhães Lemos
Marcelo no Hospital Magalhães Lemos

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, visitou, esta quarta-feira, o hospital Magalhães Lemos, no Porto, onde conversou com os utentes, tirou fotografias, deu e recebeu abraços.

Era o último momento de uma agenda que de tarde contava com três iniciativas no Porto. Depois de inaugurar o Mercado Provisório do Bolhão e de reunir com associações de apoio aos sem-abrigo no Centro de Acolhimento de Emergência da Câmara Municipal do Porto, Marcelo Rebelo de Sousa chegou cerca de uma hora depois do previsto ao Magalhães Lemos, hospital referência da Região Norte em cuidados de psiquiatria e de saúde mental.

"Tenho todo o tempo do mundo", foi dizendo o Presidente da República aos responsáveis do hospital quando estes, compreendendo o atraso de agenda, procuravam encurtar a visita e agilizar as conversas.

Num "passeio" pelos corredores de dois dos vários pavilhões do Magalhães Lemos, Marcelo Rebelo de Sousa teve oportunidade de assistir à actuação do coro que junta utentes e funcionários e de meter mãos à obra nas oficinas de trabalhos manuais.

Moldou barro numa das salas e noutra ajudou a fazer manjericos em papel junto de uma utente de 70 anos que frequenta o hospital apenas de dia, tendo contado ao Presidente da República que vê a ida ao Magalhães Lemos como "um trabalho, uma tarefa, mas daquelas que fazem bem".

Ao lado, o monitor José Augusto Silva relatou à agência Lusa: "Temos aqui muitos casos de sucesso".

Já o director do hospital, António Leuschner, explicou que os pacientes que frequentam este estabelecimento de saúde sofrem de patologias como esquizofrenia, demências, doença bipolar, entre outras.

Estão internados no Magalhães Lemos 240 utentes, sendo que o número multiplica-se no que se refere ao regime de ambulatório, totalizando ao ano cerca de 15.000 utentes e 45.000 consultas.

"Não temos lista de espera. Não temos limites. Recebemos sempre", disse o director à Lusa.

António Leuschner, que dirigiu a visita do Presidente da República ao lado do secretário de Estado da Saúde, Fernando Araújo, e do presidente da Administração Regional do Norte, Pimenta Marinho, contou que as principais necessidades deste hospital prendem-se com pessoal.

"Precisamos de técnicos, médicos, auxiliares, enfermeiros, assistentes sociais. Numa infraestrutura destas, com estas características e com esta missão mais do que a tecnologia, são importantes os recursos humanos", disse o responsável.

Entre o serviço de reabilitação e o serviço de psico-geriatria, numa visita sem declarações aos jornalistas, Marcelo Rebelo de Sousa distribuiu abraços e tirou fotografias, recebeu presentes incluindo um raminho de flores feito de papel que lhe foi colocado na lapela por uma utente e assinou o livro de honra da instituição.
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