Guerra aos incêndios: pouco ou nada foi feito depois de 2017

Cláudia Rosenbusch 04 de agosto

Cinco anos depois dos fogos que mataram 66 pessoas, o coordenador do relatório sobre os incêndios de Pedrógão diz que está tudo “na mesma ou pior”. Aldeias que aprenderam a lição, enfrentam agora a falta de apoios.

Podemos parar aqui.” Tiago Rodrigues, investigador do Centro de Estudos Florestais (CEIF-ADAI) da Universidade de Coimbra, sai do carro e dá alguns passos pela estrada. Estamos junto a Nodeirinho e Vila Facaia, no concelho de Pedrógão Grande. “A vegetação vem praticamente até à estrada, portanto, num contexto de incêndio esta estrada tem um enorme risco de ser transitada.”

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