A iniciativa decorreu sem incidentes, mas os jornalistas que estavam a cobrir a manifestação foram vaiados pelos manifestantes, num apelo feito pelo líder do movimento.
A "grande marcha pela remigração" prometida para hoje pelo movimento nacionalista Reconquista acabou por juntar cerca de 30 pessoas que desfilaram entre o Parque Eduardo VII e a Assembleia da República, em Lisboa, sob olhar atento da polícia.
Um forte aparato policial, com polícias e carrinhas da Unidade Especial de Polícia e elementos das Equipas de Intervenção Rápida da PSP, acompanhou as cerca de 30 pessoas que desfilaram pelo centro de Lisboa para pedir o regresso aos países de origem dos imigrantes que vivem em Portugal.
Para os organizadores da marcha, o movimento Reconquista, que se classifica como "político nacionalista e tradicionalista português", "a única solução" para "restaurar a prosperidade e sobrevivência do povo português" passa por "fechar as fronteiras" e pelo regresso dos imigrantes aos países de origem.
"Remigração é a solução" e "fechem as portas e as fronteiras" foram as palavras mais ouvidas pelos manifestantes que vestiam camisolas brancas e empunhavam bandeiras com o símbolo da reconquista (uma cruz).
No início da manifestação, o líder do movimento, Afonso Gonçalves, avisou os participantes das regras que deviam obedecer para fazerem parte da iniciativa, nomeadamente não dar entrevistas aos jornalistas sem consentimento, não responder a provocações e respeitar a polícia.
A iniciativa decorreu sem incidentes, mas os jornalistas que estavam a cobrir a manifestação foram vaiados pelos manifestantes, num apelo feito pelo líder do movimento.
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