Pareciam concorrentes, mas tinham os mesmos donos. Gouveia e Melo assinou oito destes contratos na Marinha
Marco Alves
Em causa estarão crimes de abuso de poder, recebimento indevido de vantagem e prevaricação. Investigações de casos de quem passou à frente de grupos prioritários ficará a cargo da Polícia Judiciária.
Sucedem-se os casos de fraude na vacinação contra a covid-19, com pessoas fora das listas prioritárias a passarem à frente. Segundo oExpresso, a situação de vacinação indevida pode dar origem a penas de prisão entre os dois e cinco anos, estando em causa crimes de abuso de poder, recebimento indevido de vantagem e prevaricação. As investigações destes casos ficarão a cargo da Polícia Judiciária, que trabalhará em conjunto com procuradores-gerais regionais do Ministério Público.