Centenas desfilam em Lisboa em manifestação antirracista do Chega

Lusa 27 de junho de 2020
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A abrir a manifestação, que vai percorrer a Avenida da Liberdade até aos Restauradores, está a faixa "Portugal não é racista" e atrás dela surge André Ventura ao lado da atriz Maria Vieira.

Centenas de pessoas participam este sábado em Lisboa numa manifestação promovida pelo Chega para mostrar que não há racismo em Portugal e também para apoiar as forças de segurança.

Manifestação Chega 'Portugal Não é Racista'
manif chega lisboa racismo
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Manifestação Chega 'Portugal Não é Racista'
Manifestação Chega 'Portugal Não é Racista'
Manifestação Chega 'Portugal Não é Racista'
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Manifestação Chega 'Portugal Não é Racista'

O desfile, que se iniciou por volta das 14:30, no Marquês de Pombal, começou com um louvor do presidente do Chega, André Ventura, às polícias portuguesas em que destacou "Polícia bom é Polícia vivo".

A abrir a manifestação, que vai percorrer a Avenida da Liberdade até aos Restauradores, está a faixa "Portugal não é racista" e atrás dela surge André Ventura ao lado da atriz Maria Vieira.

Sob o olhar atento de alguns polícias, os manifestantes empunham bandeiras de Portugal e do partido Chega e entre as palavras de ordem destaca-se "Políticos Elitistas Portugal Não É Racista" e "Chega", sendo "Portugal" a palavra que mais se ouve entre os manifestantes.

Os manifestantes mantêm o distanciamento social de segurança devido à pandemia de covid-19.

A manifestação foi convocada com o objetivo de contrariar a ideia de que "Portugal é um país racista e de que existe na sociedade um problema de racismo estrutural".

"Nós, portugueses, orgulhosos do nosso país e da nossa história -- com todos os seus defeitos e qualidades; nós, portugueses, que não somos racistas e que defendemos a sociedade multicultural com todos os seus direitos e deveres, temos de sair à rua e mostrar que recusamos todos os epítetos pejorativos que nos querem colar", lê-se numa carta enviada por André Ventura, líder do Chega, a Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, e Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna, em que era comunicada a intenção de realizar a manifestação.

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