Associações de combustíveis lamentam preço histórico da gasolina

A APETRO e a ANAREC atribuem a subida do preço às flutuações internacionais, mas criticam a tributação excessiva dos combustíveis no País.

O aumento do preço da gasolina, que esta semana chegou ao marco de €2 por litro num posto de abastecimento em Beja, deve-se, acima de tudo, à "dinâmica dos mercados internacionais, nomeadamente o aumento da cotação do preço do petróleo". 

É o que dizem os representantes das principais associações de combustíveis portugueses, Francisco Albuquerque e António Comprido, respetivamente, o presidente da ANAREC - Associação Nacional dos Revendedores de Combustíveis e o secretário-geral da APETRO - Associação Portuguesa De Empresas Petrolíferas.

O aumento da cotação dos produtos no mercado internacional deve-se à "recuperação económica acelerada no pós-pandemia", depois de uma "queda abrupta no valor destes produtos" com a crise pandémica, diz António Comprido, que explica que, "a partir do último trimestre do ano passado" houve uma "inversão na tendência".

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