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Desabou troço da A1 onde ocorreu rompimento do dique em Coimbra

Fonte do Comando Geral da GNR confirmou danos na plataforma da A1, na zona junto ao local onde o dique rebentou em Casais, na margem direita do Mondego, ao quilómetro 191.

Um troço da Autoestrada 1 (A1) desabou na quarta-feira à noite na sequência do rompimento do dique nos Casais, em Coimbra, adiantou à Lusa fonte da Brisa.

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Fonte da concessionária indicou que o abatimento ocorreu na placa sobre o aterro que dá acesso ao viaduto naquela zona.

Fonte do Comando Geral da GNR confirmou à Lusa danos na plataforma da A1, na zona junto ao local onde o dique rebentou em Casais, na margem direita do Mondego, ao quilómetro 191.

A Brisa já tinha confirmado ao final da tarde de quarta-feira que o trânsito na A1 foi cortado entre o nó de Coimbra Norte e Coimbra Sul, em ambos os sentidos, devido ao rebentamento de um dique no rio Mondego.

A GNR indicou que a principal alternativa a este corte é o Itinerário Complementar 2 (IC2).

O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, referiu em declarações à SIC Notícias que o Governo sabia o que se estava a passar e que "o problema estava a ser monitorizado há vários dias pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC)".

"A situação é absolutamente extraordinária. As águas foram cavando por baixo da estrutura e deu-se o colapso visível nas imagens. Com tranquilidade, estamos a acompanhar, estamos preocupados", frisou, acrescentando que se está a deslocar para o local.

Miguel Pinto Luz acrescentou que o Governo mandou encerrar a circulação na A1 para evitar riscos para a população.

O colapso do dique para a margem direita do rio Mondego agravou o risco de cheias naquela região.

Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A décima sexta vítima é um homem de 72 anos que caiu no dia 28 de janeiro quando ia reparar o telhado da casa de uma familiar, no concelho de Pombal, e que morreu a 10 de fevereiro, nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC).

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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