Ossadas do "Anjo da Morte" nazi são ferramenta em estudos forenses

Nuno Paixão Louro 12 de janeiro de 2017

Josef Mengele, o médico nazi que ficou famoso pelas suas experiências cruéis em prisioneiros de Auschwitz, é agora alvo de investigação científica

Chamavam-lhe o "Anjo da Morte" devido às experiências atrozes que fez em prisioneiros de Auschwitz, maioritariamente judeus. Agora, são as suas ossadas que servem a ciência, desde que o director do Departamento de Medicina Legal da Universidade de Medicina de S. Paulo, Brasil, Daniel Romero Muñoz (na foto abaixo), conseguiu autorização para que fossem estudados.




Josef Mengele, ficou famoso pelas piores razões, mas no final da II Guerra Mundial o médico nazi conseguiu fugir para Argentina e não responder em tribunal pelos seus crimes. Perseguido pelo serviços secretos de Israel, a Mossad, refugiou-se depois no Paraguai, de onde se mudou para o Brasil, em 1960. Morreu afogado numa praia brasileira, em 1967, e foi enterrado com um nome falso em S. Paulo.

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login
Para activar o código da revista, clique aqui
Investigação
Opinião Ver mais