Entre o “Führer” e as saudades da URSS: Portugal perdido no túnel do tempo
Enquanto o resto da Europa discute inteligência artificial, competitividade económica e defesa comum, Portugal continua preso entre Berlim de 1938 e Moscovo de 1972.
Enquanto o resto da Europa discute inteligência artificial, competitividade económica e defesa comum, Portugal continua preso entre Berlim de 1938 e Moscovo de 1972.
A dependência financeira da União Soviética durante a Guerra Fria e, mais recentemente, do petróleo da Venezuela só serviu para mascarar as ruínas que o regime produziu por sua conta e risco. A revolução falhou para os cubanos. Mas, para os turistas, o regime que interessa é outro – e vem com tudo incluído.
As histórias aos quadradinhos estão a ganhar espaço nos catálogos. Deixamos algumas recomendações para os mais variados leitores de clássicos do género.
Tal como a família de Anne Frank, também a de Eva Schloss se escondeu dos alemães nazis, mas acabaria descoberta e deportada para o campo de concentração de Auschwitz.
A ambição de identificar uma possível essência individual do mal fascinou naturalmente os psiquiatras que analisaram os detidos nazis de Nuremberga.
Comentários negacionistas do Holocausto foram adicionados a uma investigação de crime cibernético já existente sobre o X.
Entre os artefactos estão cartas escritas por prisioneiros dos campos de concentração nazis e outros documentos que identificam muitas pessoas pelo nome.
Dias 4 e 5 de novembro, no Teatro São Luiz, a atriz Rita Blanco e o pianista Nuno Vieira de Almeida transportam para o presente música dorida e um poema em prosa de Rainer Maria Rilke.
A longa-metragem soma 11 nomeações. Já "O Pior Homem de Londres" (Rodrigo Areias) e "Revolução (sem) sangue" (Rui Pedro Sousa) estão nomeados a 10 categorias.
Os alemães vão às urnas dia 23 em clima de instabilidade: ataques nas ruas aumentam o discurso anti-imigração e dificultam acordos.
José Saramago vaticinou-lhe o Prémio Nobel que ainda não chegou. O escritor, que nasceu em Angola e está traduzido em 70 países, é o novo cronista da SÁBADO. As notícias serão o seu ponto de reflexão.
O exército israelita admite sem rebuços que o que se passou foi a "maior falha de inteligência e militar da história" do país, mesmo enquanto mostra os restos do erro.
No dia Internacional da Memória do Holocausto, o MNE israelita levou uma sobrevivente de Auschwitz a falar a diplomatas acreditados em Jerusalém. Mas trava outra batalha de memória, para manter a do 7 de Outubro, contra a barragem de emotividade nas imagens de destruição que vêm de Gaza.
Teresa Regula, de 96 anos e Janina Iwanska, de 94, recordam a chegada ao campo de concentração e temem "as coisas horríveis" e o "ódio entre pessoas" que tem sido criado nos últimos tempos.
Teresa Regula, de 96 anos e Janina Iwanska, de 94, recordam a chegada ao campo de concentração e temem "as coisas horríveis" e o "ódio entre pessoas" que tem sido criado nos últimos tempos.
Esta segunda-feira, assinala-se o 80.º aniversário da libertação do campo de concentração nazi. São esperados os testemunhos de sobreviventes, uma das últimas vezes que tal será possível.