Presidente brasileiro condenou ainda veementemente o ataque e referiu que a violência política é “uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”.
O Presidente do Brasil, Lula da Silva, condenou este domingo o ataque que ocorreu em Washington durante um jantar com correspondentes, e expressou solidariedade para com o seu homólogo norte-americano, Donald Trump.
Lula da Silva, presidente do BrasilLusa
“A minha solidariedade ao Presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e aos presentes no jantar de correspondentes em Washington”, afirmou Lula da Silva, numa publicação na rede social X (antigo Twitter).
O Presidente brasileiro condenou ainda veementemente o ataque e referiu que a violência política é “uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”.
Donald Trump, a primeira-dama Melania Trump, o vice-presidente JD Vance e outros membros do Governo dos EUA foram levados do salão onde decorria, no sábado, o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca após serem ouvidos tiros.
O atacante atingiu um membro das forças de segurança, que usava colete à prova de bala, e que o agente deverá recuperar sem sequelas, segundo os Serviços Secretos.
"Foi baleado à queima-roupa com uma arma muito potente, e o colete fez o seu trabalho", referiu, em conferência de imprensa, Donald Trump.
O republicano descreveu o atirador, um residente no estado da Califórnia (sudoeste) como "um louco" e "uma pessoa com problemas graves", garantindo que agiu sozinho e chamando-lhe "lobo solitário".
Na mesma conferência de imprensa, também a presidente da Câmara de Washington, Muriel Bowser, disse que o suspeito terá agido sozinho.
Cerca de duas horas após o incidente, Trump disse que o homem estava na posse de várias armas quando foi detido pelos Serviços Secretos, no exterior do jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca.
O chefe interino da polícia de Washington DC, Jeffery Carroll, disse que o suspeito do tiroteio era provavelmente um hóspede do hotel e que o alvo era ainda desconhecido.
A procuradora geral dos Estados Unidos, Jeanine Pirro, indicou que o suspeito foi acusado de posse ilegal de armas e agressão.
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