Nos Estados Unidos, um arguido pode ser julgado tanto a nível estadual como a nível federal pelo mesmo crime, embora as acusações tendam a diferir. Por isso Mangione enfrenta dois processos.
O primeiro julgamento por homicídio contra Luigi Mangione, suspeito de ter assassinado o presidente do maior grupo de seguros de saúde dos Estados Unidos em 2024, foi marcado para oito de setembro.
Luigi MangioneAP/Benjamin B. Braun
Este primeiro julgamento, sob a jurisdição do Estado de Nova Iorque, estava inicialmente previsto para 8 de junho e foi adiado a pedido dos advogados de defesa.
Realizar-se-á antes do outro, previsto num tribunal federal, cuja data, sujeita a alterações, está por enquanto marcada para o mês de outubro.
Em ambos os casos, Luigi Mangione, de 27 anos, que se declarou inocente, arrisca-se a prisão perpétua.
Nos Estados Unidos, um arguido pode ser julgado tanto a nível estadual como a nível federal pelo mesmo crime, embora as acusações tendam a diferir.
O homicídio do então presidente executivo da UnitedHealthcare, de Brian Thompson , foi perpetuado em dezembro de 2024, e filmado por câmaras de vigilância.
Liugi Mangione foi detido cinco dias após o homicídio num restaurante McDonald's na Pensilvânia, a 370 quilómetros do local do crime, na sequência de uma denúncia feita por um funcionário.
Ao nível do Estado de Nova Iorque, é acusado de homicídio e enfrenta prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional em caso de condenação. Perante o tribunal federal, ele é acusado de duas acusações de assédio, relacionadas com a perseguição da vítima, e arrisca a mesma pena.
Os seus advogados solicitaram adiamentos em ambos os julgamentos, argumentando que prazos tão curtos tornariam impossível uma preparação adequada da defesa.
As suas comparências no tribunal são sistematicamente acompanhados pela presença de apoiantes, na maioria das vezes jovens mulheres.
Nos Estados Unidos, um arguido pode ser julgado tanto a nível estadual como a nível federal pelo mesmo crime, embora as acusações tendam a diferir.
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