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Centenas de pessoas vão poder regressar ao trabalho.
Um juiz federal ordenou esta quarta-feira ao governo de Donald Trump que restaure o funcionamento da Voice of America, encerrada há um ano, o que significa o regresso ao trabalho de centenas de pessoas, que têm estado em licença administrativa.
Donald Trump, Presidente dos EUAJulia Demaree Nikhinson / Associated Press
O juiz Royce C. Lamberth deu à Agência Global para os Meios uma semana para planear o regresso das emissões da Voice of America (VoA).
A emissora tem estado a operar com um quadro esquelético de trabalhadores, desde que Trump a encerrou com uma ordem executiva.
Há uma semana, Lamberth disse que Kari Lake, que foi a escolha de Trump para liderar a Agência, não tem autoridade legal para fazer o que fez à emissora.
Na decisão de hoje, Lamberth decidiu sobre as ações que ela fez para cumprir as ordens de Trump, que levou ao corte de 1.042 dos 1.147 empregos da VoA.
Não houve reação imediata da Agência.
Patsy Widakuswara, o chefe da delegação da emissora na Casa Branca e uma das queixosas para a restaurar, declarou a sua "profunda gratidão" pela decisão.
"Estamos desejosos de começar a reparar os estragos que Kari Lake causou à nossa agência d aos nossos colegas, de regressar ao nosso mandato constitucional e de reconstruir a confiança das audiências globais que temos sido incapazes de servir no último ano", disse.
"Sabemos que o caminho para restaurar as operações e a reputação da VoA vai ser longo e difícil", acrescentou. "Esperamos que o povo (norte-)americano continue a apoiar a nossa missão de produzir jornalismo, não propaganda".
A VoA tem transmitido notícias para todo o mundo desde a sua formação na II Guerra Mundial, com frequência para Estados sem tradição de liberdade de imprensa. Antes do encerramento determinado por Trump, a VoA emitia em 49 línguas, para 362 milhões de pessoas.
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