A passagem foi encerrada em 12 de setembro pelas tropas israelitas que procuravam destruir as bases militares do Hamas.
As autoridades israelitas anunciaram hoje a reabertura da passagem fronteiriça de Zikim, localizada no norte de Gaza, para facilitar a entrada de ajuda humanitária no enclave palestiniano, dois meses após o seu encerramento durante uma operação militar.
Passagem de Zikim reaberta no norte da Faixa de Gaza após acordo com IsraelFoto AP/Jehad Alshrafi
"Em conformidade com uma diretiva do Governo, a passagem fronteiriça de Zikim foi aberta à entrada de camiões que transportam ajuda humanitária na Faixa de Gaza", afirmou o Coordenador das Atividades Governamentais nos Territórios (COGAT), a autoridade militar israelita responsável pelos territórios palestinianos, em um comunicado.
De acordo com a entidade israelita, a ajuda "será transportada pela ONU e organizações internacionais após rigorosas inspeções de segurança por parte da Autoridade de Passagens Terrestres do Ministério da Defesa" de Israel.
A passagem foi encerrada em 12 de setembro para assinalar o início da segunda fase da operação "Gideon's Chariots", focada na cidade de Gaza, na qual as forças israelitas procuravam eliminar o grupo islamita palestiniano Hamas e destruir todas as suas capacidades militares.
Está em vigor desde 10 de outubro um acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza, a primeira fase de um plano de paz proposto pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, após negociações indiretas mediadas pelo Egito, Qatar, Estados Unidos e Turquia.
Israel desencadeou a guerra na Faixa de Gaza após os ataques do Hamas ao território israelita, em 07 de outubro de 2023, nos quais mais de 1.200 pessoas morreram e cerca de 250 pessoas foram sequestradas.
Nesta guerra, que deixou o enclave palestiniano em escombros, já morreram mais de 69 mil pessoas, segundo as autoridades de saúde controladas pelo Hamas.
Israel reabre a passagem de Zikim, no norte da Faixa de Gaza
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Para poder votar newste inquérito deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
São cada vez mais escassas as expectativas de progressão profissional com aumento de rendimentos e melhores condições de trabalho nas presentes condições do mercado laboral.
Estes movimentos, que enchem a boca com “direitos dos trabalhadores” e “luta contra a exploração”, nunca se lembram de mencionar que, nos regimes que idolatram, como Cuba e a Venezuela, fazer greve é tão permitido como fazer uma piada com o ditador de serviço.
Uns pais revoltavam-se porque a greve geral deixou os filhos sem aulas. Outros defendiam que a greve é um direito constitucional. Percebi que estávamos a debater um dos pilares mais sensíveis das democracias modernas: o conflito entre direitos fundamentais.