Os restos mortais de Celeste Rivas foram encontrados dentro de dois sacos no porta-bagagens de um Tesla registado no nome do artista. O estado de decomposição do corpo levou a um atraso na autópsia.
Celeste Rivas Hernandez, a jovem de 14 anos que o cantor norte-americano D4vd está acusado de matar, faleceu devido a ferimentos penetrantes na parte superior do corpo, segundo o relatório do médico legista citado pela agência noticiosa Associated Press (AP).
Celeste Rivas Hernandez, a jovem de 14 anos que o cantor D4vd está acusado de matarAP
O exame revelou “duas feridas penetrantes no torso que podem representar lesões causadas por um objeto cortante”. Uma das feridas, na parte superior do abdómen, perfurou o fígado. A outra, no lado esquerdo do peito, danificou as costelas. Um juiz já tinha pedido o sigilo do relatório no final do ano passado, mas os procuradores concordaram esta semana em permitir a sua divulgação.
A sua morte foi considerada um homicídio e a sua autópsia foi limitada por “extensas alterações pós-morte” uma vez que o seu corpo foi encontrado desmembrado e já num estado avançado de decomposição. O corpo estava tão degradado que os examinadores não conseguiram determinar a cor dos olhos de Rivas.
Os restos mortais foram encontrados em dois sacos no porta-bagagens de um Tesla, registado em nome do cantor, em Hollywood Hills, na Califórnia.
O cantor norte-americano D4vd, de 21 anos, cujo nome verdadeiro é David Burke, foi acusado de homicídio esta segunda-feira. Em tribunal declarou-se inocente às acusações de homicídio em primeiro grau, atos sexuais com uma menor de 14 anos e mutilação de um cadáver.
Os procuradores alegam que Burke matou Celeste Rivas por ela ter ameaçado denunciar a relação sexual que tinham, iniciada quando a vítima tinha 13 anos, o que poderia arruinar a carreira dele em ascensão.
Burke ganhou popularidade depois de se ter tornado viral na rede social TikTok em 2022 com a canção “Romantic Homicide” (Homicídio Romântico). O seu primeiro álbum “Withered” foi lançado há cerca de um ano, dois dias depois da data em que os procuradores estimam que Celeste Rivas Hernandez foi morta.
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