Apresentadora antivacinação morre aos 26 anos após contrair gripe suína

Carolina R. Rodrigues 04 de janeiro de 2019

Bray Payton considerava que as "vacinas eram obras do demónio" e trabalhava numa revista digital conservadora. A jornalista morreu devido a um quadro clínico de gripe suína complicado por uma meningite.

Uma apresentadora norte-americana, conhecida pela sua posição antivacinação, morreu no passado dia 28 de dezembro na Califórnia, nos EUA, aos 26 anos de idade. A causa, confirmada pela The Federalist, a revista onde trabalhava, e pela familia de Bray Payton – Bre, como era apelidada pelos amigos – foi a gripe H1N1, mais conhecida por gripe suína, agravada por uma meningite.

Além de o trabalho televisivo, também era jornalista, comentadora convidada de cadeias televisivas como a Fox News e canais como Fox Business Channel, e profissional de media numa revista digital de caráter conservador. Na esfera pessoal, assumia-se como profundamente religiosa e uma ativista antivacinação

A sua morte tem sido notícia nos EUA uma vez que Payton faleceu de uma enfermidade para a qual há vacinas – preparações biológicas a que chamou de "obras do demonio" num tweet em 2011, ao comentar uma iniciativa estatal norte-americana que instava a população a vacinar-se contra a tosse convulsa.

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