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"Dia Zero": De Niro bem, americanismo mal

A nova série da Netflix tem coisas boas: um excelente elenco, um grande protagonista e uma boa base narrativa. Onde peca? No centrismo americano do guião.

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Edição de 3 a 9 de fevereiro
André Almeida Santos 25 de fevereiro de 2025 às 07:00

Na ficção os Estados Unidos gostam de ser salvos por si mesmos. Embora seja normal que um país se veja como centro, quando a própria indústria cinematográfica e televisiva gosta de falar de si mesma, há toda uma mão cheia de mensagens subliminares. A começar por uma visão limitada do mundo. Os seis episódios de Dia Zero, já disponíveis na Netflix, são um bom exemplo disso.

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