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14 de setembro de 2026 às 07:00André Almeida Santos
Ao longo do último ano, a Cavalo de Ferro editou e reeditou as maiores obras de Abdulrazak Gurnah, um autor em diálogo constante com o colonialismo e um dos mais obscuros prémios Nobel da Literatura.
Com o anúncio do Prémio Nobel da Literatura de 2022 marcado para 6 de outubro, perfaz-se um ano desde a entrega do mesmo prémio àquele que foi, provavelmente, um dos mais improváveis laureados dos últimos anos: Abdulrazak Gurnah, o romancista e professor tanzaniano radicado em Inglaterra que fez do colonialismo e da experiência de refugiado os temas centrais da sua obra.