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Governo prevê lançar este ano 171 concursos de 3,7 mil milhões de euros em fundos europeus

Lusa 06 de janeiro de 2026 às 09:50
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Os concursos visam projetos em áreas como descarbonização, inovação produtiva, eficiência energética, digitalização e gestão da água.

O Governo prevê lançar este ano 171 concursos, no âmbito dos programas Portugal 2030 do Continente e do FAMI, com uma verba associada de 3,7 mil milhões de euros, anunciou esta terça-feira o Ministério da Economia e Coesão Territorial.

Governo prevê lançar este ano 171 concursos de 3,7 mil milhões de euros em fundos europeus
Governo prevê lançar este ano 171 concursos de 3,7 mil milhões de euros em fundos europeus Pedro Brutt Pacheco/Medialivre

Em comunicado, o executivo refere que no final do ano estarão colocados em concurso 82% dos fundos PT2030, o que equivale a 17,3 mil milhões de euros, sendo que em 2025 o volume de fundos colocados a concurso rondou os cerca de 13,5 mil milhões de euros, valor que correspondeu a 64% do envelope financeiro global do PT2030.

Dos 100 concursos previstos para os primeiros quatro meses do ano, com valor de 2 mil milhões de euros, 45 são do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), no valor de cerca de 1,4 mil milhões de euros, 23 do Fundo Social Europeu Mais (FSE+), 15 do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos, das Pescas e da Agricultura (FEAMPA), 12 do Fundo de Coesão e ainda três do Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração (FAMI).

Desta forma, os concursos visam projetos em áreas como descarbonização, inovação produtiva, eficiência energética, digitalização e gestão da água.

Os programas com maior dotação são o Compete2030 (cerca de 1,3 mil milhões de euros), o Pessoas2030 (com quase 1,1 mil milhões) e o Sustentável 2030 (com mais de 920 milhões de euros).

Se forem considerados os Programas Operacionais Regionais dos Açores e Madeira, o plano prevê na totalidade 220 concursos com uma dotação de 3,9 mil milhões de euros.

"Com mais este plano de avisos continuamos a assegurar o cumprimento dos fundos em áreas prioritárias para Portugal e alinhadas também com as novas prioridades definidas pela Comissão Europeia", referiu o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, citado no comunicado.

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