Luis de la Fuente apostou na mesma equipa titular que superou a Bélgica (2-1), nos quartos de final, e a França (2-0), nas meias-finais.
A Espanha vai repetir hoje na final do Mundial de futebol de 2026 o 'onze' dos 'quartos' e das meias-finais, enquanto a detentora do título Argentina apresenta-se com três alterações em East Rutherford, nos Estados Unidos.
Espanha apura-se para as meias-finais após golo de Merino contra a BélgicaFoto AP/Lindsey Wasson
Luis de la Fuente apostou na mesma equipa titular que superou a Bélgica (2-1), nos quartos de final, e a França (2-0), nas meias-finais.
Este 'onze' também só tem, aliás, uma alteração em relação aos jogos dos '16 avos' (3-0 à Áustria) e dos 'oitavos' (1-0 a Portugal), depois dos quais o selecionador espanhol resolveu promover Fabián Ruiz, em desfavor de Pedri.
Assim, a Espanha repete o '4-2-3-1', com Porro, Cubarsí, Laporte e Cucurella, à frente de Unai Simón, Rodri e Ruiz como médios mais defensivos e um trio (Yamal, à direita, Olmo, ao meio, e Baena, na esquerda) no apoio a Oyarzabal.
No que respeita à Argentina, Lionel Scaloni trocou Nahuel Molina, Leandro Paredes e Giuliano Simeone por Gonzalo Montiel, Rodrigo de Paul e Nicolás González, que não tinha sido titular em nenhum dos sete primeiros jogos.
Os argentinos deverão alinhar com Dibu Martínez na baliza, Montiel, Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico na defesa, um meio-campo com Enzo Fernández, De Paul, Mac Allister e Nico González, e um ataque com Messi e Julián Alvarez.
Deste 'onze', oito jogadores foram titulares na final de 2022, face à França (4-2 no desempate por penáltis, após 3-3 nos 120 minutos), sendo exceções Montiel, Lisandro Martínez e Nico, que substituem Molina, Otamendi e Di María.
A detentora do título Argentina, campeã em 1978, 1986 e 2022, e a Espanha, vencedor em 2010, disputam uma inédita final do Mundial de futebol, cuja 23.ª edição fecha em East Rutherford, nos Estados Unidos.
Para os sul-americanos, trata-se da sétima final (ficam a uma da recordista Alemanha), sendo que perderam as de 1930, 1990 e 2014, enquanto os europeus disputam a segunda, depois de em 2010 terem batido os Países Baixos por 1-0, após prolongamento.
Se inclinar o balanço das finais a seu favor, a Argentina torna-se apenas a terceira seleção a revalidar o cetro, depois de Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962), enquanto a Espanha pode repetir o feito da Alemanha, que, em 2014, foi a única seleção europeia a vencer na América.
A detentora do cetro europeu empatou o primeiro jogo, com Cabo Verde (0-0) e, depois, venceu os restantes seis, nunca precisando de mais do que 90 minutos, enquanto o conjunto bicampeão sul-americano em título ganhou os sete encontros disputados, mas dois com recurso a prolongamento.
A Espanha, ainda assim, penou para ultrapassar Portugal (1-0), nos 'oitavos', e a Bélgica (2-1), nos 'quartos', vencendo em ambas as ocasiões com golos 'tardios' do suplente Mikel Merino, aos 90+1 e 88 minutos, respetivamente.
Por seu lado, a Argentina sofreu em todos os jogos a eliminar: estava empatada 2-2 com Cabo Verde após 110 minutos, nos '16 avos', perdia por 2-0 com o Egito aos 78, nos 'oitavos', empatava 1-1 com a Suíça aos 111, nos 'quartos', e perdia por 1-0 com a Inglaterra aos 84, nas 'meias'.
Individualmente, o argentino Lionel Messi é a figura incontornável, pelo seu passado espanhol, no FC Barcelona, e porque, aos 39 anos, feitos em 24 de junho, está a fazer um Mundial2026 incrível, com oito golos e quatro assistências, e vai igualar as três finais do brasileiro Cafu (1994, 1998 e 2002).
Por seu lado, a Espanha tem como principal figura o 'miúdo' Lamine Yamal, que, aos 19 anos, completados em 13 de julho, já veste a camisola '10' que era de Messi no 'Barça' e estará à espera da final para 'explodir' no Mundial2026.
A inédita final da 23.ª edição do Mundial de futebol está marcada para as 15:00 locais (20:00 em Lisboa), no Estádio MetLife, em East Rutherford, com arbitragem do esloveno Slavko Vincic.
Mundial2026: De La Fuente mantém 'onze', Scaloni muda três 'peças'
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