Bastidores: A fotografia de Bolt que eu ofereci

Bastidores: A fotografia de Bolt que eu ofereci
Rui Hortelão 17 de agosto de 2016

Uma foto foi aquilo por que muitos se acotovelaram nas bancadas do Estádio Olímpico. De Bolt, claro, mas não só. O pugilista Yuberjen Martinez Rivas foi identificado entre a multidão e, durante vários minutos, foi ele o centro de todas as atenções

Usain Bolt acabara de voltar a fazer História, agora no Rio de Janeiro, ao vencer pela terceira vez a medalha de ouro dos 100 m. A prova começou às 22h25 e durou apenas 9,81 segundos, o tempo que o jamaicano demorou a chegar à meta. Seguiu-se a retribuição do apoio do público brasileiro (e não só – como é comum nos Jogos havia gente de muitas nacionalidades) que até vaiou Justin Gatlin quando este entrou para correr a final. Depois, muitas, muitas entrevistas breves.

As solicitações foram tantas que o mais rápido das pistas foi lentíssimo a chegar à zona mista, onde jornalistas de todo o mundo o aguardavam. Só apareceu faltavam 11 minutos para a meia-noite. Fez duas paragens para as televisões e duas para os jornalistas de imprensa e rádio. Sem forma de poderem registar as palavras de Bolt, muitos dos profissionais pediram aos voluntários que segurassem os seus telemóveis e gravadores e foram eles, com dois e três em cada mão, que fizeram de pé de microfone.

Usain Bolt rodeado de telemóveis e gravadores após ganhar o ouro nos 100 m

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