Forma mais comum de cancro da mama não diminui com quimioterapia

Lusa 03 de junho de 2018
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Os resultados esperam poupar cerca de 70 mil doentes que todos os anos passam por esta provação e fazem despesas com estes medicamentos.

Cancro da mama: Doença afecta mais de um milhão por ano
Cancro da mama: Doença afecta mais de um milhão por ano

O maior estudo alguma vez realizado sobre tratamentos de cancro da mama concluiu que a maioria das mulheres com a forma mais comum da doença podia saltar a quimioterapia sem afectar as suas hipóteses de vencer o cancro.

Os resultados esperam poupar cerca de 70 mil doentes que todos os anos nos Estados Unidos e em outros locais passam por esta provação e fazem despesas com estes medicamentos.

O estudo envolveu cancros no estádio inicial, antes de se espalhar pelos gânglios linfáticos, alimentado por hormonas e que não é alvo do medicamento Herceptin.

Testes genéticos mostram que a maioria das mulheres não necessitam de tratamento, além da cirurgia e dos bloqueadores hormonais e que a quimioterapia não melhora a sobrevida.

Os resultados do estudo são este domingo discutidos numa conferência sobre cancro em Chicago e são publicados na revista científica New England Journal of Medicine.
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