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Estes dadores de esperma não têm medo do fim do anonimato

Lucília Galha
Lucília Galha 10 de junho de 2018 às 15:00

A SÁBADO falou com um homem e uma mulher que não se importam de conhecer os filhos que ajudaram a gerar.

Se um dia uma, ou mais, das potenciais oito crianças que ajudou a gerar o quiserem conhecer, José ficará muito contente. Encara essa possibilidade como um privilégio. Não doou o seu material genético no pressuposto de ter mais filhos – já tem três, o mais velho com 22 anos e a mais nova com 16 –, nem considera estas crianças como tal, mas acredita que merecem o máximo respeito. "O dador não está à procura de direitos, o gerado é que tem o direito de saber as suas origens", diz àSÁBADO.

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