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Livros: vendas afundaram 65%, mas títulos com "pandemia" mantiveram-se à tona

Sara Capelo
Sara Capelo 03 de setembro de 2020 às 16:36

Venderam-se menos 1,3 milhões de livros, mas se incluía a palavra peste (como no intemporal de Camus), o livro tinha saída

No primeiro semestre do ano, venderam-se menos 1,3 milhões de livros. Segundo os dados da GFK, citados àSÁBADOpela Fnac, esta rede de livrarias, os hipermercados ou outros livreiros registaram quebras de 65%. E, apesar de se ter registado uma recuperação nos últimos dois meses, "o mercado continua a cair 20%" e "é provável que este ano não seja possível recuperar a redução de consumo nos meses de confinamento", refere Inês Condeço, diretora de marketing da FNAC Portugal. Ainda assim, os próximos meses são por norma os mais fortes nas vendas de livros. 

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