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“Eu estava a morrer queimada. Era mais do que um desespero”

Ana Silveira tem 33 anos e relata como é viver com uma perturbação de difícil diagnóstico que põe a vida em suspenso e que é mais comum nas mulheres. A fisioterapeuta já sabe como combater o vazio que sente e libertou-se de todos os vício.

"Dar a cara por isto não é fácil. De todas as perturbações mentais que existem, a Borderline é a menos falada. Há uns anos apareceu um caso numa novela, supostamente comBorderline, mas era ridículo. Ela era muito má.

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