"Sol Posto" tem o formato de uma longa-metragem, com uma narrativa visual em três momentos do dia – final da tarde, noite e madrugada -, mas é também um concerto da banda ao longo desses três momentos, em locais distintos.
Os Capitão Fausto vão estrear, em 11 novembro, um filme-concerto, intitulado "Sol Posto", com realização de Ricardo Oliveira, nas salas de cinema e teatros, foi hoje anunciado.
"Sol Posto" tem o formato de uma longa-metragem, com uma narrativa visual em três momentos do dia – final da tarde, noite e madrugada -, mas é também um concerto da banda ao longo desses três momentos, em locais distintos.
O projeto foi apresentado hoje pelo realizador Ricardo Oliveira e pelo vocalista dos Capitão Fausto, Tomás Wallenstein, na 5.ª edição dos Encontros do Cinema Português, em Lisboa.
Segundo Tomás Wallenstein, "Sol Posto", que será exibido apenas no dia 11 de novembro, às 21:30, em salas de cinema e teatros, surge de um momento de reflexão da banda sobre o trabalho dos músicos em tempo de pandemia, em que se quebraram as pontes entre artistas e público.
"É uma oportunidade de refletir sobre este período", disse.
Os Capitão Fausto já tinham trabalhado anteriormente com Ricardo Oliveira, nomeadamente na 'curta' "Pontas soltas", estreada em 2016.
"Pontas Soltas" acompanha o processo criativo e os bastidores da gravação do terceiro álbum da banda, "Capitão Fausto têm os dias contados".
O mais recente e quatro álbum do grupo, "A invenção do dia claro", foi editado em março do ano passado.
A discografia dos Capitão Fausto, que integram Tomás Wallenstein, Salvador Seabra, Manuel Palha, Francisco Ferreira e Domingos Coimbra, inclui ainda "Gazela", editado em 2011, e "Pesar o Sol", de 2014.
Capitão Fausto estreiam em novembro filme-concerto "Sol Posto"
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
No meio da negritude da actualidade política, económica e social em Portugal e no resto do Mundo, faz bem vislumbrar, mesmo que por curtos instantes, uma luz.
Os objectivos de Bruxelas de reduzir em 60% até 2050 as emissões de gases com efeito de estufa da indústria aérea surgem como cada vez menos realistas.
Estudos recentes demonstram que atividades artísticas – como desenho, pintura, escultura ou colagem – não só promovem a expressão emocional e a catarse, como induzem estados de relaxamento que reduzem os níveis de cortisol.
Os resultados do “clube do coração” têm mais peso no quotidiano de milhões de portugueses do que as decisões políticas que, na realidade, moldam o seu futuro. Esta obsessão transforma-se em anestesia.