A CNB clássica, a moderna e a contemporânea

A CNB clássica, a moderna e a contemporânea
Markus Almeida 10 de outubro de 2019

A Companhia Nacional de Bailado regressa com três criações de Hans van Manen, de 10 a 13 de outubro. É a primeira temporada com a assinatura da diretora Sofia Campos

É com um programa que revisita o percurso do coreógrafo holandês Hans van Manen (n. 1932), uma das figuras de proa na dança das últimas décadas, que a Companhia Nacional de Bailado [CNB] abre a temporada no Teatro Camões, em Lisboa, de 10 a 13 de outubro.

Três bailados compõem este programa, que é tanto espetáculo de abertura quanto declaração de intenções da primeira temporada sob a direção artística de Sofia Campos. "A CNB tem uma missão, que é cuidar do património coreográfico, da herança e da memória da dança. É uma companhia de repertório que dentro das possibilidades da dança inclui um espectro grande que vai da clássica à contemporânea", explica a diretora artística à SÁBADO.

Os bailados de Hans van Manen são: Adagio Hammerklavier, peça de 1973 para três casais que é considerada um clássico e que a CNB já dançou em 2010; In the Future, de 1986, com música de David Byrne; e Short Cut, que se estreou em Haia em 1999 - estas duas nunca vistas por cá.

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